[[legacy_image_249986]] Gatos na ruaEstá virando rotina a presença de gatos perambulando pelas ruas, defronte a estabelecimentos e até em prédios residenciais, sem se saber quem são seus proprietários/donos/ ou até benfeitores. Na Rua Ana Neri há prédio em construção onde na calçada há, agora, duas casinholas para abrigo dos felinos. Até bem pouco tempo era uma, mas os bichanos quase nunca os utilizam. Há benfeitor que aos finais de semana, pela madrugada, lá comparece e creio também em outros locais para deixar ração e até água. Isso tudo é muito bonito e parabenizo quem assim age, mas na verdade, essa benfeitoria em nada colabora para o bem-estar desses animais, que acabam por infestar a cidade, digo, ruas e casas, com o abandono desses animais. O correto seria levá-los a algum abrigo da Prefeitura para adoção e não “incentivá-los” a permanecer em locais impróprios. Ao final da dita obra, com a construção de novo calçamento, para onde serão “encaminhados” os bichanos? Para outra via mais próxima? É preciso bom senso por parte desses ditos “benfeitores” que não os querem em suas casas, mas alimentam-nos para que os mesmos sirvam-se das casas vizinhas. Jonas Laureny - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Ciclovia da BiquinhaComo um amante do ciclismo, gostaria de dar os parabéns ao sr. prefeito Kayo Amado e ao vereador Higor Ferreira pela volta da ciclofaixa na Rua Onze de Junho, interligando novamente a ciclofaixa da Biquinha com a Praia do Itararé, eliminando assim o risco que corríamos nesta via para chegar ao Itararé. Espero que fique definitivamente. Aproveito a mesma para sugerir a interligação da ciclovia da Biquinha com a Avenida Capitão-mór Aguiar, passando pela Praça 22 de Janeiro e Rua do Colégio para atender o Bitaru. Hoje, os ciclistas utilizam a Marquês de São Vicente para chegar ao bairro, rua esta sobrecarregada pelo tráfego que vai para a Praia Grande. João Paulo Lamim brum- São Vicente Linhas com cerolEstou escrevendo este artigo por ver em frente à minha casa crianças brincando com pipas, todas elas com linhas com cerol. Inclusive, um menino pequeno, ao correr, enroscou-se com a linha que estava pelo chão, abrindo um corte em sua perna. O pior de tudo isso é que o menino acidentado falou que foi o pai dele que comprou a linha chilena para ele cortar as linhas dos outros meninos. Antigamente, se meus pais percebessem que as minhas linhas estavam com cerol, que fazíamos com vidros de lâmpadas, eu apanhava de cintas, e tinha que queimar as linhas em sua frente. Hoje, vemos meninos com pouquíssima idade com essas linhas, que já causaram muitos acidentes, inclusive fatais, principalmente motociclistas. Esses pontos de venda de linhas chilenas deveriam ser investigadas com maior rigor, e os donos, multados em um valor bem alto, para que não mais colocassem em risco a vida dos outros. Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho Omissão no Litoral NorteCorreto o leitor Rafael Moia, que nesta coluna no sábado deixou claro que prefeitos da nossa região não entendem nada e que também não querem solucionar o problema dos moradores atingidos por essas catástrofes climáticas, já pré anunciadas como o acontecido em São Sebastião e Litoral Norte. Creio que alguns dos atuais e ex-prefeitos já devem ter ido conhecer a Holanda, país abaixo do nível do mar que sofreu muito com enchentes e inundações, mas que soube estudá-las, analisá-las e resolver aquele problema que hoje não lhes afeta mais. Eles foram lá mais a passeio turístico por Roterdã e Amsterdã do que na intenção de aprender algo sobre como a variação do clima pode nos atingir, causando esses desastres climáticos pelos quais estamos passando atualmente. Conheci a Holanda em 2014 como turista que fui não sendo nem prefeito e muito menos ex. Antonio Sergio de Jesus - São Vicente CampanhasAs campanhas que arrecadam donativos, roupas, alimentos e outros produtos para os desabrigados pelas enchentes são ótimas e mostram como o povo brasileiro é solidário e rápido com isso. Mas é importante dizer que o ideal mesmo era jamais ser necessária uma nova campanha porque, agora, todos os homens públicos conhecem os riscos e sabem como evitá-los. Maria Rosa Albuquerque