[[legacy_image_249748]] PoliclínicaMinha esposa, Neusa Francisco Faria, tem anemia grave e, como parte do tratamento, há 15 anos toma injeções semanais de noripurum fólico. Como o quadro dela piorou, a médica prescreveu que passasse a tomar duas ampolas por semana. Moramos no Gonzaga e, até então, as injeções eram aplicadas na policlínica da Pompeia/José Menino. No último dia 17, minha mulher, ao ir até lá, ficou surpresa com a informação de que, por ordens superiores, havia sido proibido ministrar noripurum fólico na policlínica. Para tanto, ela deveria procurar atendimento na Rua Manoel Tourinho. Só que ela tem 78 anos e, devido à dificuldade de locomoção, não consegue pegar ônibus. Para completar, como sou aposentado, não temos condições de pagar táxi para que ela possa tomar o medicamento toda semana. Peço a ajuda da Secretaria de Saúde para resolver o problema, pois há outras pessoas na mesma condição e minha esposa está sem o remédio há mais de uma semana, o que não pode ocorrer. Aryvaldo Faria – Santos Pronto-socorro“Se não for grave, não venha lotar as UPAs?” Embora tenha entendido a matéria publicada ontem neste renomado jornal, sobre a utilização dos serviços de saúde públicos sem grande necessidade, eu tenho que manifestar minha estranheza. Considerando que não sou médico, não tenho exames recentes em mãos, estou com sintomas nada graves, mas incômodos, e só posso fazer exames mediante a solicitação de um médico (na UPA), pergunto: devo esperar a gravidade se manifestar? E se a gravidade se mostrar e me levar a óbito por demora no diagnóstico? É justa a preocupação das autoridades de saúde, mas pagamos impostos demais e não temos o devido retorno. Já somos mal atendidos em planos de saúde (médicos formados pela internet?), o que será de nós se a responsabilidade da avaliação de nosso estado ficar por nossa conta? Alexandre Buciano Gobbi - Santos Justiça imparcialConcordo ipsis litteris com o leitor que reclama da lentidão da justiça. Mas deveria ser acrescentado a esse triste cardápio de má intenção as manobras processuais aplicadas por defensores, e até mesmo juízes, na proteção de seus apaniguados, como testemunhamos recentemente, quando um político teve o seu processo transferido e reiniciado em outra vara de justiça. Tais práticas incentivam os mal-intencionados à corrupção, pois sabem que seus processos ficarão para as calendas gregas. Alguns se isolam, por saberem que não terão a mesma complacência, mas outros irão em frente sob o beneplácito de seus julgadores, e poderão chegar aos mais altos cargos na Nação, como presidência e ministros de estados. E quanto a nós? Somente podemos ficar torcendo para que um dia tenhamos uma justiça que bate em Chico, mas também em Francisco. Ademir Alonso Rodrigues - Santos 1, 2, 3, 4FHC 1 surfou no Plano Real do Itamar. FHC 2 pouco fez, mas deixou o País estabilizado. Lula1 se beneficiou de conjunturas favoráveis no cenário doméstico e no comércio exterior. Lula 2 até hoje não explicou o mensalão. Dilma 1 fez somente espuma. Dilma 2 expôs a sua incompetência e o petrolão. Temer entrou na metade do segundo tempo e ganhou de 1 x 0 apertado. JB 1 foi atropelado pela covid, pela guerra e por seus próprios erros. JB 2 teria sido um desastre; com ele, não teríamos nem a Floresta Amazônica em 2026. Lula 3 tomou posse pensando em Lula 4, mas já foi atropelado pelas chuvas no Litoral Norte de São Paulo, seca no Sul e pelo que ainda virá. Tarcísio de Freitas 1 está dedicado à emergência em São Sebastião, mas pensando em TF 2, de modo que a somatória de progresso de todos esses mandatos é zero. Nós aqui, da Baixada Santista e de São Paulo, não teremos ponte, nem túnel Santos-Guarujá; São Paulo não terá Rodoanel Norte, nem trem bala. Luiz Carlos Baralle - Santos Cruzamento perigosoNo cruzamento da Avenida Ana Costa com a Rua Pedro Américo, é preocupante o número de pessoas que atravessam fora da faixa de segurança, que fica a uns dez metros à frente. Vejo todos os dias jovens, gestantes, idosos se arriscando e atravessando na esquina, sem a proteção de uma faixa de pedestres. Em alguns momentos do dia, somos motoristas, mas, na maior parte do dia, pedestres. Como motoristas, devemos ter paciência para aguardar o tempo necessário para os pedestres passarem nos semáforos. Com a palavra, Prefeitura e CET. Oswaldo Martins Neves Jr - Santos