[[legacy_image_202656]] Troca-trocaPassando por uma das piores crises de sua nada gloriosa existência, o time dos políticos brasileiros vai acumulando derrotas e mais derrotas, envergonhando sua fanática torcida. No ‘campeonato’ passado a galera exigiu a ‘contratação’ do vigoroso atacante Bolso para substituir a turma do Lua, que vinha cometendo inúmeras infrações, preocupando a torcida. Agora, a grande maioria dos torcedores faz acirrada campanha para a volta de Lua, para substituir justamente Bolso, que segundo insistentes boatos quer mudar as regras do jogo, o que não é permitido pelo ‘regulamento’. É incrível, porque embora existam mais de 56 milhões de jogadores inscritos e aptos a reforçar o time, parece que só Bolso e Lua merecem a confiança da galera. Se Lua ganhar a preferência da maioria e não der certo, é só chamar o Bolso. E assim caminha a política brasileira. Que Deus nos ajude. Orlando Machado - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O poderSerá que em um regime ditatorial representantes do alto poder aquisitivo se reuniriam para planejar um golpe de estado para instituir uma democracia no país? Não acredito, porque quando estivemos por mais de duas décadas numa ditadura, não víamos nenhum capitalista, que tinha respaldo dos ditadores, se manifestar em favor do povo, pela volta do Regime Democrático. Agora que temos um candidato, que já governou o Brasil por dois mandatos de quatro anos, empresários de vários conglomerados reúnem-se para articular um golpe. Eu acho que esses capitalistas sentem vergonha de si mesmos, porque um operário semi-analfabeto foi eleito, e se não tivesse feito um bom governo, não teria sido reeleito, e não faria a sua sucessora, que também foi reeleita. Se o presidente Jair Bolsonaro tivesse feito um bom governo e falasse menos bobagem, nem Lula nem ninguém lhe tiraria uma reeleição. Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho Mobilidade em SVAvenida Manoel da Nóbrega, Ayrton Senna, o tapetão. O trânsito é intenso, necessita ser reavaliado com objetividade: os semáforos sempre com problemas; tempos de espera longos, de travessia curta, 30 segundos, incompatíveis a pedestres, deficientes, crianças. Além disso, sinalização de solo incompleta, faltando definir espaços para motoqueiros, os vilões das vias, que fazem de tudo menos o respeito a sinalização e pedestres. Motos sem condição de uso e equipamentos de segurança trafegam em zigue-zague por entre veículos, expondo todos a elevados riscos pela pressa, tornando-se maiores vítimas e vitimando tantos. Escapamentos abertos. Discutem com todos, julgando-se donos das vias. Buzinam insistentemente. Cada vítima, um crime premeditado, cujos efeitos colaterais atingem dependentes, sem a devida consideração da Justiça. É preciso instalar redutores de velocidade. Valter José Vieira - São Vicente Jet ski e carroAlém de passear frequentemente de jet ski, o que acaba tornando o veículo mais conhecido, o presidente reduziu os impostos com o intuito de torná-lo mais acessível. Ocorre que a velocidade de um jet ski se equipara à velocidade de um automóvel. O que pode tornar a sua popularização, dadas as circunstâncias, extremamente perigosa. Uma delas refere-se às regras de trânsito para o jet ski, praticamente inexistentes se comparadas às regras exigidas para o automóvel. A outra é a dificuldade de movimentação do ser humano no meio líquido se comparada à sua movimentação no solo. Para melhor contextualização, cito o recorde mundial dos 100 metros nado livre, na casa dos 46 segundos, e o recorde mundial dos 100 metros rasos do atletismo, na casa dos 9 segundos. Somando-se, ainda, a facilidade dos cursos de motonauta se comparados aos cursos de motorista. Existem aulas práticas para pilotar jet sky? Ibrahim Tauil - Santos DiscussãoVale um bom debate a atitude do ministro Alexandre de Moraes, agora também presidente do Tribunal Superior Eleitoral, em relação aos empresários que, em grupo privado de whatsApp, disseram preferir um golpe à volta do Lula. O ministro determinou bloqueio de bens e contas bancárias, e quebra de sigilo. Alguma atitude eles até podiam merecer, tudo bem, mas era para tanto? Cadê a liberdade de expressão? Maria Rosa de Albuquerque - Guarujá