[[legacy_image_58964]] Faixas elevadas Excelente ideia a instalação das faixas de contenção, na Rua Minas Gerais, em frente ao Tênis Clube e Rua Gov. Pedro de Toledo, esquina com a Rua da Paz. Entretanto, esses equipamentos foram instalados sem que houvesse um melhor caimento pois estão muito acentuadas, diferente das que foram instaladas na Ponta da Praia e Rua Azevedo Sodré. Assim, solicito que sejam readequadas para que os carros não sofram tanto impacto.Paulo Francini - Santos Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Bicicletas O meio de transporte por bicicletas está se expandindo a olhos vistos. É nas ciclovias, nas ruas, nas principais avenidas. O que a gente percebe é que esse transporte, já incorporado no cotidiano do santista e dos moradores da Baixada, precisa ser regulamentado, identificado com um meio de transporte responsável e que mereça todas as facilidades de ruas seguras, ciclovias, mas também responsabilidade de seus usuários. Por que até agora não emplacaram as bicicletas? Está mais que na hora de regular esse transporte. Também precisa de fiscalização para que os ciclistas tenham mais consciência nos trajetos, pois é comum vê-los não respeitando sinais de trânsito. Saem das calçadas e entram na rua na frente de carros. Na ciclovia eles apostam corrida, não tem lombada, nem critérios de velocidade. E o pior: os ciclistas menos responsáveis atropelam pessoas, causando traumas violentos principalmente quando atingem idosos. Vamos prestigiar esse tipo de transporte, mas uma campanha de conscientização para dirigir com responsabilidade é urgente para que Santos não se transforme numa desordem. Quando você atravessa uma rua tem de olhar para os dois lados, porque sempre vem uma bicicleta na contramão. Fora isso ainda tem os trombadinhas que roubam à luz do dia e fogem nas suas magrelas, sem placas, na contramão. Patrícia Ruas Gomes - Santos Segunda dose Tomei as duas doses da vacina nas datas estipuladas para a minha idade. A primeira, no Colégio São José, dia 03/03/21, e a segunda, no Arena Santos, dia 25/03/21. Entrando no aplicativo Conecte SUS verifico que só consta a primeira dose. A segunda não foi computada até agora. Compareci a Policlínica do Gonzaga apontando essa situação. Informaram que talvez o Arena Santos estivesse atrasado na atualização. Será por essa falta de atualização que o número de pessoas que não tomaram a segunda dose é tão grande ? Como fica, Conecte SUS ? Celsa Ferreiro - Santos Descrença da sociedade Sempre digo que fazer ditadura à base da força é fácil, quero ver democracia fácil emanada de maneira livre pela sociedade. O Brasil vive hoje o pleno direito de liberdade de todos e isto tem trazido uma certa confusão, pois grande parte das pessoas tem confundido livre arbítrio com baderna. O convívio em sociedade exige regras de convivência, que muitos insistem em não seguir, ou porque não se preocupam com seu semelhante, ou por não acreditarem em punições. Lamentavelmente, a atual política tem colaborado para essa falta de respeito às normas. A classe política, salvo rara exceção, é desrespeitosa a quem confere poder a ela. É importante lembrar que os homens públicos eleitos tiveram seus mandatos conduzidos pelos eleitores que, em síntese, somos todos nós. A única maneira de vencermos este quadro desastroso que passamos é termos mais respeito ao precioso voto e buscarmos uma política visando diminuirmos a desigualdade social e termos investimento em educação.Elias Carneiro Jr. - Santos Uma questão de opinião Partindo de uma opinião: “Toda crítica é bem vinda, desde que venha com uma solução. Nestes tempos de tecnologia e mídia social, vejo muita gente fazendo discurso disto ou daquilo, opinando sobre tudo. Mas qual a solução? Não vamos esquecer do que é bom para um nem sempre é bom para todos”- (M.B.). As coisas não devem ser boas somente para uma pessoa (falso mito), as coisas tidas como corretas precisam ser boas para muitos ou pelo menos para a maioria que tem a consciência de aceitar as tomadas de decisões sensatas, respeitando as instituições competentes em prol de uma população de seres humanos. Ou então vamos continuar a ouvir: “Olha eu chego como quiser, onde eu quiser...”, ou agindo de forma medíocre e ignorante um “ cala a boca”. Isso é atitude de um representante democrático? Respondendo a pergunta sobre a solução, dentro dessa triste realidade, só me resta dizer: Acorda Brasil. Arlindo Caseli de Oliveira - Santos