[[legacy_image_306458]] Joaquim Miguel CoutoHá cem anos, no final de outubro de 1923, A Tribuna noticiava a morte de meu bisavô, Joaquim Miguel Couto, no Distrito de Cubatão, pertencente a Santos. Joaquim tinha 77 anos e faleceu em 26 de outubro, nos braços de sua filha, Avelina Couto, em sua casa na atual Avenida Nove de Abril. Em seu enterro, no Cemitério de Cubatão, esteve o governador de São Paulo, Washington Luís, e o prefeito de Santos, Joaquim Montenegro. Joaquim Miguel logo virou nome de rua, mas a história é diferente das demais. No final do século 19, Joaquim abriu um caminho no meio de seu bananal para passar as carroças que levavam os cachos de banana até a Estação de Cubatão. Este caminho começava na Avenida Nove de Abril e terminava na atual Via Anchieta. Depois de sua morte, um abaixo assinado da população local, liderado por Claudino Vicente, solicitou à Câmara de Santos que o caminho aberto por Joaquim virasse uma rua com seu nome. Seria a segunda via de Cubatão, depois da Avenida Principal. Votada por aclamação na Câmara, foi criada a Rua Joaquim Miguel do Couto, transformada em avenida anos mais tarde. Joaquim Miguel Couto - Santos ExcluídosSegundo consta em nossa Carta Magna, todos são iguais perante a lei. Bom, pelo menos é o que deveria ser, mas não é o que ocorre na prática. Refiro-me aos obesos, pois não vejo medidas voltadas a eles. Exemplo disso são os ônibus, cada vez mais apertados, com poltronas apenas a pessoas magras e pequenas. Onde antes havia três portas, hoje são duas. E quando o coletivo fica lotado? Transtornos a todos. É preciso que a Câmara de Santos, com seus vereadores, fiscalize esses acontecimentos que tanto dificultam a vida. Luiz Gustavo de Oliveira Lourenço - Santos SuspeiçãoA declaração de suspeição é parte do arcabouço legal e já foi usada inúmeras vezes por juízes, magistrados ou ministros que fazem da ética quesito obrigatório. Um ministro que, sabe-se lá como, conseguiu demonstrar ao Senado “grande saber jurídico”, mas insuficiente para ser aprovado em 2 concursos para a magistratura paulista, ou seja, nunca foi juiz e de advogado do PT pulou direto para o Supremo, certamente não tem a ética em alta conta e para ficar bonito na fita com o chefe. No mês passado, ele se superou ao não declarar suspeição e criar uma narrativa fantasiosa para anular as provas do acordo de leniência da Odebrecht. Lembremos que o próprio STF homologou o acordo de leniência e a construtora concordou em pagar R\$ 8,5 bilhões, 77 executivos (incluindo Emilio e Marcelo Odebrecht) fizeram delação premiada e toda planilha de propinas com nomes e datas foi detalhada e entregue à PF, sendo a construtora condenada até mesmo no exterior. No âmbito externo, mais um vexame para o Brasil. No interno, um tapa na cara das pessoas de bem. Pedro Malan disse um dia que “no Brasil até o passado é incerto”. Dias Toffoli acabou de explicar a quem não entendeu, mesmo com ele não entendendo o imenso desserviço que prestou ao País, ao escancarar ao mundo a insegurança jurídica aqui reinante. Persio Boschetti Júnior – Santos Querem mais?O deputado federal Marcelo Crivella (Republicanos-RJ) bispo licenciado da Igreja Universal, apresentou um projeto de lei que prevê imunidade às igrejas para gastos com energia elétrica e até compra de bens, como carros e aviões. Mas o que afinal querem Edir Macedo, Silas Malafaia, Valdomiro Santiago e outros? As grandes organizações evangélicas desejam benefícios para além do assistencialismo, como livrarias, TV e rádios a elas vinculadas, e isenção na distribuição dos lucros sobre os dízimos. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos HidroviasFinalmente um presidente do Porto de Santos, no caso o atual, Anderson Pomini, percebe que São Vicente faz parte do Porto de Santos para implantar terminais e aglomerados logísticos. Isso implica implantar hidrovias, que a deputada federal Rosana Valle (PL) tem se empenhado para obstruir, com construção de pontes sem altura para barcaças. É hora de gerar riqueza na região. José Antônio M. Almeida - Santos Fiação expostaA foto principal da capa de A Tribuna no dia 19 mostrou uma precária e insegura situação presente em todo o País: fiação da rede de energia exposta na rua. Afinal, como resolver isso, mantendo somente os postes de iluminação? Seria algo importante, pois proporcionaria, entre outros benefícios, o fim de roubos de fios e cabos. É preciso haver inovação, pois a tecnologia veio para ficar. Por que não termos bairros transformados em alamedas, com plantas cuidadas por moradores e o retorno de beija-flores, borboletas e outros? Não custa sonhar. Valter José Vieira - São Vicente