[[legacy_image_337244]] SaidinhasO que a população ganha com essas saidinhas temporárias para presos que deram prejuízo ao povo que vive honestamente? Há horas em que penso: será que essas saidinhas não servem para que os meliantes deem o bote em alguém na rua e, assim, consigam pagar seus defensores? Entendo que esses presos deveriam ser remanejados para estradas em construção e, assim, aprenderiam uma profissão para ter uma vida honesta. Josemilton de S. e Silva - Guarujá ParkletGostaria de fazer algumas ponderações sobre os parklets, aqueles "puxadinhos" dos restaurantes na rua. Pode ser controversa minha opinião, mas esses parklets, pelo menos os que tenho visto, são ladeados por contentores, que parecem ser higienizados somente com a chuva, devido ao forte odor que possuem. O acúmulo de restos de comida proporciona maior concentração de roedores. Não sei como as pessoas conseguem se alimentar nessa área, expostas a todo tipo de poluição. Há também os que fizeram um paredão na rua, dificultando a visualização. Sugiro que haja maior fiscalização. Cris Ferreira - Campinas (SP) Lula e a guerra (1)O presidente Lula foi infeliz ao comentar o conflito no Oriente Médio e comparar as ações em Gaza ao Holocausto. As lembranças daquele genocídio jamais vão servir de referência, pois se trata de uma das mais tristes histórias que a humanidade viveu. O presidente não é polido nem foi feliz com suas palavras, e muitas vezes se perde em seus pronunciamentos, mas não dá para negar que os resultados da guerra atual são uma grande tragédia. O Hamas tem que ser contido, mas ele não representa todo povo palestino, e Israel tem direito a proteger seu povo e combater o terrorismo. Contudo, não se pode negar que a população civil sofre uma violência cruel e desmedida. Essa guerra está fazendo milhares de vítimas civis. Ambos os lados estão sendo derrotados. Se houver um vitorioso, ele vai fincar sua bandeira em uma terra manchada pelo sangue de vítimas de um conflito territorial, religioso e, em especial, de vaidades. Paulo Lacerda - São Vicente Lula e a guerra (2)Fiquei incrédulo com uma missiva publicada neste espaço na última quarta-feira, sobre a “fala” infeliz e desastrosa proferida pelo atual presidente. Com certeza, no mundo todo, não é possível encontrar centenas de pessoas lúcidas e no gozo de saúde mental perfeita que se expressem dessa forma. Felizmente, as autoridades israelenses (espero que o povo israelense também) entenderam que o falso líder expressou uma opinião própria, e não a de nós, brasileiros. Paulo Roberto Fiorotto Rodrigues - Guarujá Lula e a guerra (3)Ao se pronunciar contra o derramamento de sangue de homens, mulheres e crianças na Faixa de Gaza, nosso presidente afirma que o Hamas é um grupo terrorista e que tem todo o repúdio por suas práticas. Na sequência, trata o atual governo israelense (e não o povo de Israel) como o “poder que tem sangue de inocentes nas mãos” e que já deveria ter parado com essa matança, comparável sim às mortes de inocentes nos campos de concentração. Sobre o título “persona non grata”, deveria o excelentíssimo senhor primeiro-ministro israelense se submeter a uma nova eleição para que seu povo se manifeste sobre o que pensa de seu governo. Não se pode chamar isso de guerra, pois não existe exército do outro lado, somente cidadãos desarmados morrendo e sofrendo. É extremamente desumano o que está acontecendo e é preciso haver vozes corajosas defendendo a imediata paralisação dessa mortandade. João Jr. T. Bernardo - Santos Lula e a guerra (4)Alô, Lula! O genocídio é aqui e diário. Todos os dias, morrem camadas da população brasileira. Pelo jeito, quem rouba um celular também mata. Espero que algum ministro avise ao senhor que, no Brasil, morre mais gente do que em muitas guerras. Saia de sua concha protetiva, cheia de parasitas, e se mexa! Já passou da hora de fazer alguma coisa séria e para de espalhar ódio pelo mundo. Zureia Baruch Jr. - São Paulo Hino do Santos FCOs publicitários palmeirenses Maugeri Neto e Maugeri Sobrinho, compositores de jingles famosos em décadas passadas, como Varre, Varre Vassourinha, D.D.Drin e A Taça do Mundo é Nossa, são também os autores da conhecida marcha Leão do Mar, composta em 1956 para homenagear o time santista campeão paulista no ano anterior. Essa marcha contagiante, muita cantada nos antigos bailes de Carnaval no Ginásio Athié Jorge Coury, na Vila Belmiro, não é o hino oficial do Alvinegro Praiano, que foi composto em 1957 pelo músico Carlos Henrique Paganetto Roma, filho do saudoso Modesto Roma. Até aquele ano, o clube não tinha hino oficial. A composição foi homologada pelo Conselho Deliberativo do Santos em 1977. Guilherme Gomez Guarche - Santos