[[legacy_image_153419]] NazismoO artigo de Zoel Garcia Siqueira chama a atenção do leitor para um aspecto presente em sociedades que vivenciaram os horrores do nazismo, como a Alemanha, e que ganham ecos em formadores de opinião brasileiros, país marcado por crônicos e graves problemas educacionais. Nesse sentido, Hannah Arendt, filósofa liberal alemã radicada nos EUA, chama a atenção para a questão da “banalidade do mal”, quando se naturalizam em determinadas sociedades traços de retrocessos civilizatórios, este marcado pelo controle das “pulsões” e por um verniz “cultural”. Enfim, decorre daí a necessária importância de ferramentas analíticas como o “estranhamento” e da “desnaturalização”, assim como da análise do discurso para desmistificar e orientar a população. Ricardo Santos da Silva - Marília (SP) Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Cloroquina O TCU mostrou indícios importantes de fraude por fornecedores de insumo para cloroquina do Exército. Parece óbvio que houve superfaturamento. E agora? Alguém acredita que isso se desdobre em algo mais sério? Se considerarmos o comportamento recente do procurador-geral da República, acho que nada será feito. Edison José de Aguiar - Cubatão ObscurantismoApós um breve intervalo de elucubrações, o articulista Alcindo Gonçalves volta a trazer sua verve esquerdista e tentando em entrelinhas fazer um paralelo do nazismo ao governo que valoriza a família, os cristãos, a liberdade e, principalmente, no trato da coisa pública que o seu partido foi o mentor do país, com a destruição de valores morais e corrupção à solta, com anuência de autoridade partidária do Supremo Tribunal Federal. Com atitude subliminar, ele torce para a volta de um grupo que apoia e libera jorrando milhões dos nossos reais a todos regimes totalitários, corruptos e por aí a afora. Luiz Vinagre - Santos Sem eufemismo Aplaudo de pé e faço reverência ao artigo de Alcindo Gonçalves de domingo. Obscurantismo é o momento em que vivemos, governados por apedeutas que saíram das trevas e para elas querem nos continuar levando. Sem eufemismo, uma cambada de iletrados, desinformados e destemperados. A censura grassa por todos os poros do atual governo. Gasta-se rios de recursos aos apaniguados e bajuladores, com publicidade e “jabá”. O pior cego é o que não quer ver, mesmo em um domingo iluminado de sol. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos SabespMais uma vez a Sabesp não mandou conta antes do vencimento para que as pessoas pudessem pagá-la e não terem sua água cortada. Procurei na internet e verifiquei que o vencimento era dia 18 de fevereiro. Escrevo este texto no dia 19 e até agora a conta não chegou. Vi a segunda via na internet e consegui pagar via aplicativo do meu banco. Uma vergonha o que está acontecendo com a Sabesp e o correio. Marcos Gusmão - São Vicente Ciclistas Necessário e urgente a intervenção de órgãos competentes para colocar os ciclistas de Santos em comportamento legal e responsável. Não respeitam nenhuma faixa de pedestre (com ou sem semáforo), inclusive na contramão. Andam no meio dos carros, na mão e contramão. Agora a novidade é utilizarem as calçadas. Buzinam para os pedestres abrirem caminho ou vão para cima mesmo, sem nem desviar. Até quando? Rosana Fakhany Vita - Santos É melhor prevenirA tragédia de Petrópolis deste ano superou a vivida pela mesma cidade em 1988. Trinta e quatro anos depois, o poder público não aprendeu nada e não se esqueceu de nada – neste caso, da falta de planejamento no curto prazo e no longo prazo, ora com ações efetivas de emergência que deveriam ter sido tomadas dois dias antes do desastre - quando foi dado o primeiro alerta – ora com a falta de investimentos na prevenção dos desastres. Como sempre, sobrou para São Pedro e suas mudanças climáticas. Se existe o risco de mais desastres na Baixada Santista nos próximos anos, o poder público precisa agir desde já e o povo também precisa aprender a valorizar as obras e ações preventivas contra enchentes e desastres, as quais muitas vezes são “invisíveis” e não valorizadas, e cobrá-las do poder público não apenas quando a tragédia acontece. Rafael Correia - Praia Grande