[[legacy_image_147405]] Deputados atuantesEm relação ao artigo publicado neste domingo, 30 de janeiro, de autoria do Sr. Alcindo Gonçalves, fica claro que ele se distanciou das necessidades da população regional. Este seu artigo é a prova de que ignorou o fato de que os moradores da região precisam de melhores acessos, empregos, escolas, saúde etc, que são também viabilizados, sim, com recursos conquistados por parlamentares que, pejorativamente, ele chama de despachantes. Ainda bem que temos poucos, mas eficientes, deputados "despachantes", que ajudam os que precisam de investimentos e melhorias. Aqueles que trazem recursos prefiro chamar de deputados atuantes. Menos lamentos inúteis e mais resultados práticos. É o que a região precisa! Débora Sellera - Santos. STF e seu limiteSempre fui um crítico contumaz de como são escolhidos os ministros dos maiores tribunais brasileiros, em especial o STJ e o STF. Para mim, deveriam ser compostos somente por magistrados e escolhidos entre seus pares e com mandatos definidos. Neste pequeno escrito, vou me atrever a analisar as atitudes recentes do STF. Com todo respeito que esta colenda corte merece, percebo que alguns ministros esquecem que nossa carta magna delimita os limites dos poderes constituídos. Tenho severas críticas ao Governo Bolsonaro, porém, quer me parecer que o STF extrapola o “Estado de direito” quando determina que o chefe da nação tenha que depor em local determinado com dia e hora marcado, quando o melhor caminho jurídico e diplomático deveria ser que o sr. Presidente da República manifestas-se o momento e onde prestar os esclarecimentos necessários às autoridades policiais. Também me parece que o STF manter o deputado federal Daniel Silveira preso por ter feito manifestação é um exagero, ainda que eu também tenha sérias restrições à conduta deste edil. Enfim, torcemos para que não entremos em um país voltado aos tribunais de exceção e que possamos viver dias melhores na harmonia dos poderes. Elias Carneiro Jr. - Santos. SabespNo último dia 9, enviei e foi publicada minha carta, versando sobre buracos da Sabesp na Rua Goiás. Relatei que em pouco mais de um ano, era a sexta intervenção emergencial que a empreiteira executava com a interdição da rua. Em 15 de janeiro, ocorreu a sétima interdição e intervenção na Rua Goiás. Agora, lendo o G1, vi que houve o afundamento de um caminhão de lixo na Rua Goiás, justamente naquele buraco relatado em 15/1. Provavelmente aquele serviço foi mal executado. Portanto, foi a oitava vez que ocorreu uma intervenção com interdição, e nos próximos dias haverá a nona intervenção. Convém apurar com a Sabeso o que está ocorrendo na Rua Goiás e quais as providencias futuras para esta rua. Frederico G. Moura Karaoglan - Santos. NecrópolesFicou bonita a Fonte do Sapo e a Praça em frente à Igreja do Embaré, mas bem que poderia ter a mesma atenção às necrópoles públicas, que estão para lá de assustadoras. Neste começo de ano fui ao cemitério do Saboó para abertura da campa da família, e faço aqui coro com os cidadãos que reclamam do descaso do equipamento. Recomendo para o início dessa nova era que representa 2022, um trabalho efetivo, não perfumaria e discurso político vazio para a união, resgate e revitalização da nossa Cidade. Há muito tempo a população e a Prefeitura desprezam os cemitérios, acredito que já passou da hora de privatizar esses equipamentos, elaborar monetização justa para o gestor privado edificar velórios no local, investir em segurança e zeladoria com respeito às comunidades do entorno, obras estruturais para evitar desmoronamentos, resgatar o piso original e plantar muitas árvores e flores. Nívio Corrêa Barbosa - Santos. CentrãoCom o orçamento federal sancionado pelo Bolsonaro e o Centrão governando o Brasil de fato, pode-se dizer que estamos diante de um marco na história do Brasil: o dia que a democracia deu lugar à cleptocracia. Franz Josef Hildinger - Praia Grande.