[[legacy_image_161130]] Custo Brasil Recentemente, o poder público tem demonstrado preocupação com o setor do agronegócio por causa da possível falta de insumos russos em virtude da guerra na Ucrânia. Aparenta estar tão preocupado que, inclusive, pretende liberar a exploração de recursos em áreas indígenas. Se, de fato, a preocupação fosse real, o setor público não faria com que as indústrias da área fossem tão penalizadas pela operação padrão em prática pelos auditores fiscais. Sejam da Receita Federal ou do Serviço de Vigilância Agropecuária. Tomando como exemplo importações que são selecionadas para conferência documental e física, o tempo de espera chega a beirar o absurdo. Pode levar um mês até a realização da conferência física. Quando falamos, por exemplo, de importações de produtos para alimentação animal que passam por inspeção da Vigilância Agropecuária, a liberação leva cerca de dez dias úteis após a carga ser inspecionada. Com a falta de contêineres no mercado, o tempo livre que as empresas podem ficar em posse deles é cada vez menor. Há casos de apenas seis dias. Passado o período livre, cobra-se diária que gira em torno de US\$ 100. Isso sem contar o valor de armazenamento da carga. Quanto mais tempo, maior o valor. Considerando que o valor do produto importado é baixo, o custo da importação está sendo absurdamente maior do que o valor da mercadoria e essas indústrias estão sendo fortemente penalizadas tendo que absorver esses custos. Por todo esse cenário aqui citado, podemos imaginar o quão custoso está para suportar essa situação. Resta saber até quando. Wagner Fernandes Guardia - São Vicente Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O futuro Os jovens de nossa região, do Estado e do Brasil precisam estar conscientes que o seu futuro não está seguro. Sem educação, sem segurança, sem saúde, sem uma moradia decente, de nada valerá. Isso se faz com mobilização de todos nós, não só deles, mas de pais e dos avôs que também votam. Votar é necessário, mas educação é prioritária. O ensino profissional, em especial o do Senai, é muito necessário, mas tem poucas vagas num prédio alugado, enquanto a escola na Ponta da Praia não é reconstruída. O que está emperrando essa obra? Por onde é que andam os jovens e bacharéis já formados que poderiam fazer mestrado e doutorado numa universidade pública como a USP de Santos? Por que se encontram silentes e imóveis? Com os seus celulares, poderiam fazer uma rede digital cobrando dos políticos sem ideologias a se mexerem mais para o bem comum. É o direito a uma educação de qualidade pelos impostos que pagam. A hora é esta, quando temos tantos políticos pedindo o seu voto. Sem uma mobilização séria e ativa de todas as forças vivas de nossa região, nada se conseguirá. Fernando Martins Braga – Santos Edith Pires Tive a sorte de conhecer Edith Pires por causa do meu trabalho. Tantos momentos felizes registrados, tantas alegrias! Alguém que não fazia diferença de classes, pois todo mundo era especial para ela. Personalidade marcante da sociedade santista, inteligente, de memória ímpar, uma figura adorável! Pensar nela é pensar na Pinacoteca, lugar no qual sua família teve o privilégio de morar. Estará sempre em meu coração. Obrigada, Edith! Andrea Cabrera - Santos Tribuna, 30 anos Quero parabenizar o Grupo Tribuna e seus fundadores e atuais diretores por fazer da nossa região cada vez mais uma vitrine para o País. Muito orgulho em assistir, ontem, o telejornal da manhã transmitido de Santos, trazendo à região o jornalista global Rodrigo Bocardi, uma referência para a comunicação. Nós, que moramos aqui há tantos anos, só nos damos conta da beleza que é a nossa região quando vemos as imagens que a TV transmitiu ontem. Nossas praias, nossas estradas e nossa história. Muito orgulho mesmo. Parabéns para a TV Tribuna pelos 30 anos. Que venham outros 30 e muito mais sucesso! Maria Rosa Albuquerque - Guarujá