[[legacy_image_275483]] Respeito pela história Fiquei inconformado quanto à intenção de políticos de Santos estarem propondo a quem se dará atribuição para poderem mudar os nomes das ruas. Um vereador quer dar nome às ciclovias, sendo que ele mesmo já deu, pois serão ciclovias de Santos e ponto. Nada de dar nomes a esmo e, sim, senhor vereador, gastar seu tempo e energia para fiscalizar e melhorar as nossas ciclovias e vias da Cidade. Todas as ruas de Santos têm nomes de pessoas ilustres que deixaram suas marcas de lutas e dedicação à nossa Cidade e ao Brasil. Com certeza, no futuro, nossos netos não vão ver nomes dos atuais políticos santistas em ruas da Cidade, com pequenas exceções. Quanto a dar nome a um pequeno trecho de uma rua a Armênio Mendes, digo que a importância desse empresário foi bem maior do que essa discussão, ao meu ver muito pequena para o grande empresário que foi. Ele merece mais respeito e uma maior visibilidade social. Santos deve muito a esse homem, senhores com poder político e pouca visão do passado. Vamos respeitar a história. Cesar Tavares da Cunha - Santos Quem sai, quem entraA senhora Marieta Barugo devia informar-se melhor sobre o fato de que ministros da Saúde não precisam ser, necessariamente, médicos. José Serra, que implantou, entre outras coisas, o medicamento genérico, é economista e a atual ministra é socióloga, mas ambos têm histórico de gestão voltada, de fato, para as questões da saúde pública, o que, definitivamente, não foi o caso do general Pazuello, nem de Queiroga, por acaso médico por formação; ambos péssimos titulares da pasta no desgoverno Bolsonaro. Renato Rios - Santos ConstrangedorSeria risível se não fosse constrangedor. Comparar Pazuello com Nisia Trindade é muito raso, é usar uma régua no zero. Pazuello, general de divisão, “expert” em logística, uma das suas façanhas foi confundir Amapá com Amazonas, entre tantas. A outra foi a triste frase: “É simples assim: um manda e o outro obedece”, quando Bolsonaro desautorizou o ministro da Saúde a comprar vacinas contra covid-19. Pazuello fez anúncio da compra em reunião com governadores. Nisia Trindade foi presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) desde 2017. Doutora em Sociologia (1997), mestre em Ciência Política (1989) pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ, o atual IESP) e graduada em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ, 1980), elogiadíssima no meio acadêmico e científico, não merecia tal comparação. E aqui faço minhas as palavras do professor José Geraldo, da Universidade de Brasília (UnB): “A realidade é recortada por um processo cognitivo de historialização. Então, não posso discutir um tema que contrapõe visão de mundo, concepção de mundo”. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Presas e predadoresOrganizações, nacionais e internacionais, com interesses velados, criticam os desmatamentos, garimpos, maus-tratos à vida animal e aos povos indígenas, o aumento das emissões de carbono. Nada dizem sobre novas técnicas de recuperação ambiental. O agro, que planta e colhe todos os dias, agrega créditos em carbono? Surge um governo egoísta, do “eu sou isto, aquilo, enquanto estiver aqui faço isto, aquilo”. Governa o Brasil para si, para seu partido, em vista a perpetuar-se no poder. Ministros agem sob expressas ordens. Toda equipe de governo reunida, bandeiras vermelhas do MST, salão vermelho repleto com um simples detalhe (ausência da bandeira do Brasil), em nome da internacional socialista. Fala em reforma agrária, naturalmente expropriações, não em aquisições para doar a colonos que não tiveram competência de adquirir. Acha-se capaz de administrar a cadeia logística, que depende de recursos milionários, do tempo, das estações. Recursos virão da China, do MST, prestes a lançar ações na Bolsa? Se isso ocorrer, o País terá de comprar a produção interna da China! Fala sem conhecimento a quem menos entende. Projeto descabido de lógica, imaginado por quem nunca trabalhou. A paz, tão duramente conquistada, perde a validade. Valter José Vieira - São Vicente CET SantosEm relação à missiva do senhor Roberto Xavier, publicada no último sábado, acrescento à sua reclamação a qualidade da tinta usada nas sinalizações de solo. Bastam três dias de leve chuvisco para que essas sinalizações comecem a se desvanecer. Fica a pergunta: por que usar essa tinta sabendo, antecipadamente, que o trabalho deverá ser refeito em tempo bem menor do que deveria? Com a palavra, as pessoas responsáveis por esse setor. Pedro dos Santos Neto - Santos