[[legacy_image_135025]] Guarujá "Os vereadores abriram mão do trabalho de fiscalização, que é uma atividade nobre e uma obrigação. A decisão foi uma temeridade", assim se expressou o presidente do PDT, autor da solicitação de impeachment do prefeito de Guarujá, envolvido até o pescoço no desvio, segundo a PF, de R\$109 milhões da saúde! Lembrando que o prefeito teve o direito de defesa, quando não conseguiu explicar, convincentemente, a origem da fortuna, em dinheiro e jóias, encontrada em seus imóveis e até mesmo no seu gabinete. Portanto, o que fez com que 11 vereadores votassem pela sua liberdade? Incluindo nessa turma o presidente da Câmara, José Nilton Lima de Oliveira, o Doidão, que apesar de não ter votado, manifestou-se favorável à manutenção do prefeito no cargo. Esta pergunta deve estar sendo feita pela maioria responsável da população daquela cidade, pois ela continuará sendo gerida por alguém que agora se sente um dos intocáveis neste triste país mergulhado em corrupção. Parece que não aprendemos nunca. Ademir Alonso Rodrigues - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Giro e grau A "autoridade de trânsito" do PCC se incomodou (até eles) e acabou com os abusos de motoqueiros que aceleram e empinam motocicletas em favelas de Guarujá, Santos e Itanhaém, colocando faixas ameaçando-os de "cacete", delito de trânsito previsto no CTB além do Art 34 da Lei de Contravenções Penais, o que punha crianças e moradores em risco de morte. Mas alguém precisa avisar ao vereador Lincoln Reis, que quer que o prefeito de Santos reserve um local para esses "emocionados" transgredirem a lei. É o cúmulo, nobre edil ! Evandro Duarte - Santos Pontos de ônibus A queda de ponto de ônibus na Avenida Afonso Pena é para deixar os usuários do transporte coletivo com as orelhas em pé. Não se sabe se as estruturas estão em bom estado de conservação ou não, mas se houver algum acidente provocado pelo desabamento das mesmas, o usuário deve recorrer contra a empresa municipal de ônibus, única responsável pela instalação/manutenção desses equipamentos implantados na cidade, dito pela autoridade maior da região. Mas e os demais responsáveis pela fiscalização daqueles? Dentre eles o presidente da CET, fiscais, prefeito etc? Ah, esses são os intocáveis, que diante de tragédias transferem a responsabilidade a outrem. Já não basta a demora dos coletivos, que supera em muito os 50 minutos, ficam agora trabalhadores, colegiais e demais usuários amontoados nos pontos, sob a dúvida de serem eles seguros? A empresa não se manifestou sobre o ocorrido; e os donos da verdade, responsáveis pela formatação e fiscalização dos itens do contrato, dizem o que querem, pois têm certeza de que não serão confrontados. Acorda, população. Benton Marryone - Santos Esclarecimento Atendendo a sugestões e comentários, traduzo para o português a frase castelhana de J. M. Vargas Vila, utilizada por mim em recente artigo nesta página: “Duvidai! A fé levantou fogueiras, a dúvida não as levantará jamais. Toda fé é uma escravidão e todo crente é um escravo. Não creia!" Rubens Miranda de Carvalho - Santos Dúvida Pedindo desculpas antecipadas, talvez pela minha ignorância no assunto, gostaria de saber e de ter explicação por que uma entidade brasileira governamental tem de usar uma sigla inglesa para denominar uma autoridade portuária genuinamente nacional, haja vista que sempre usamos as antigas denominações (Docas, Codesp, Autoridade Portuária) e agora se usa Santos Port Authority? E ainda mais que estamos na iminência de privatizar nosso maior porto da América Latina. Ou já é preparo para chegada de entidades estrangeiras ,que embora bem vindas, devem manter nossas raízes e aloas aos trabalhadores do Porto que sempre engrandeceram nossa Cidade? Luiz Vinagre - Santos