[[legacy_image_103718]] Poupatempo respondeEm relação à reclamação da leitora Rosângela Menezes e Silva, publicada na Tribuna do Leitor na última quinta-feira, o Poupatempo esclarece que o processo de renovação da CNH da munícipe havia sido iniciado por meio dos canais digitais, portal Poupatempo.sp.gov.br ou app Poupatempo Digital e, por esse motivo, a conclusão da emissão não é feita presencialmente nos postos. Durante o processo da renovação digital, o cidadão seleciona uma clínica médica credenciada para realização do exame e efetua o pagamento em um dos bancos conveniados, seguindo as orientações do portal ou app. Seja nos canais digitais ou no atendimento presencial nos 85 postos do programa, o Poupatempo trabalha para aprimorar sempre os serviços prestados e continuar atendendo com eficiência e qualidade a população. Assessoria de Comunicação - Prodesp Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! LuzesQuinta-feira, às 16h30, dia chuvoso mas com boa ‘claridade’, vi da janela do meu apartamento as lâmpadas de iluminação pública acessas. Este fato não é isolado, pois isto vem se repetindo. Nesta época em que as trompetas soam alarme de crise hídrica no País inteiro, podendo haver racionamento de água e luz, é de se estranhar ver a administração pública municipal fazer este esbanjamento, gastando mais energia elétrica cuja quitação disto será feita com os impostos pagos pelos munícipes. Porque, para os cidadãos comuns, as tarifas mensais que temos q pagar vem com valores/bandeiras de causar um "choque elétrico". Será que para a Prefeitura de Santos existe outro esquema? Deodoro M. Santos - Santos RomualdoParabenizo a TV Tribuna pela bela reportagem no Programa Tribuna Esporte versando sobre uma justa e merecida homenagem ao ex-árbitro santista Romualdo Arppi Filho. Prata da casa, teve início apitando jogos nos campos da nossa várzea e atingiu o ápice de sua brilhante carreira ao representar a arbitragem brasileira em três Olimpíadas (México 68, Moscou 80 e Los Angeles 84) e uma Copa do Mundo (México 86), inclusive dirigindo a sua grande final entre Alemanha e Argentina. Adicionando a este estupendo desempenho, foi condecorado pela Fifa como o melhor árbitro sul-americano de sua geração, além de ser o recordista mundial de permanência no Quadro Internacional até hoje por 27 anos (1963 a 1990). Parabens, Ganso. Renato de Oliveira Braga - Santos EscolaFiquei feliz ao ler a coluna do Marcio Barbuy falando sobre qual é a melhor escola, enaltecendo o comando do eterno diretor Edésio Del Santoro. Destacou a década de 70, onde tinha uma instituição de ensino modelo em nosso país, o Instituto de Educação Estadual Canadá, onde aprendi, além das matérias curriculares, a disciplina e o bom convívio entre adolescentes de camadas sociais diferentes em nossa cidade. Nessa época, uma criança de 10 anos passava por um concorrido exame de admissão, onde os melhores classificados ingressavam nas escolas públicas de sua preferência. Esse exame era como um vestibular, nos preparando para as futuras concorrências na escola da vida. Tive excelentes mestres que muito me ajudaram em minha formação básica. No final, creio que a melhor escola ainda é a família, com seus valores cristãos e, se possível, assessorada por uma boa instituição de ensino. Arlindo Caseli de Oliveira - Santos Máscaras pelas ruasRecentemente, A Tribuna publicou excelente matéria falando sobre as máscara deixadas pelos cidadãos pelas ruas, praças e espaços públicos de Santos. É verdade. Tenho observado máscaras jogadas por toda a Cidade, e não apenas em Santos, mas em todos os lugares, até fora da região. Esse ‘fenômeno’ não acontece apenas no Brasil. Basta pesquisar na internet e logo veremos que postura assim não é exclusiva do brasileiro. Importante dizer que muitas máscaras acabam não sendo recolhidas pelo serviço de coleta de lixo das cidades, então, vão parar nos córregos, nos canais e nas praias. Segundo um levantamento divulgado por uma ONG ligada ao meio ambiente, estão sendo jogadas nos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico 129 bilhões de máscaras descartáveis e 65 bilhões de luvas plásticas por mês. O problema é maior do que se imagina. Lamentável essa postura do ser humano, como se já não bastante o sofrimento causado pela pandemia, ainda enfrentamos uma consequência ambiental que vai demorar a se dissipar. Maria Rosa Albuquerque - Guarujá