[[legacy_image_305023]] ViolênciaAchei interessante a publicação de dois artigos sobre violência, no último dia 9, escritos pelo coordenador do Instituto Sou da Paz e um coronel da PM. O primeiro, voando a 10 mil metros de altura, tenta provar que a presença de câmeras corporais inibe a violência policial, como se do outro lado não houvesse a predisposição do bandido em matar o policial. Exemplifica que na recente Operação Escudo, 28 vítimas fatais, ou seja bandidos, e denúncias de maus tratos, com panfletagem pagas por alguém, são provas da mão forte desproporcional da polícia. Já o coronel, com pés no chão, relata aquilo que o cidadão comum e isento sabe: estamos vivendo uma guerra entre bandidos fortemente armados, escudados por opiniões de pessoas que talvez nunca estiveram numa trincheira, e uma polícia que tem de proteger a sociedade combatendo-os, mas utilizando-se de armas não letais inseridas no pacote de R\$ 900 milhões, como mencionado no artigo. O Rio é um exemplo de como proliferar a violência, que teve seu início com o Brizola proibindo a PM de subir os morros. Recentemente, desastrosa canetada do ministro Fachin, do STF, endossou tal atitude. O fruto disso foi mostrado na TV: táticas de guerrilhas ensinadas numa quadra do morro. Ademir Alonso Rodrigues - Santos Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! PrivatizaçõesPrivatização não é o caminho certo para nós, brasileiros, como já mostrado na conta da energia elétrica e nos pedágios em rodovias. Os grandes empresários, quando entram nessas disputas, só querem o filé-mignon, deixando o resto, aquela parte que não dá lucro, para quem quiser. Alguns países que assim fizeram há anos estão voltando atrás e reestatizando novamente. Somos uma nação rica em recursos naturais e não podemos deixar que isso passe para as mãos de capitalistas internacionais. O que dizer da Sabesp? Deus nos livre! Se um dia algum maluco achar que o SUS também deve ser privatizado, será o genocídio do mais pobre, como um ex-presidente já tentou fazer. Antonio Sergio de Jesus - São Vicente PiadaLula não consegue acabar com a violência no Brasil e as mortes diárias só aumentam. Por aqui, parece que estamos numa verdadeira guerra. Mas, agora, ele vem se meter a Robin Hood dos Árabes, como se realmente estivesse preocupado. É um teatro de muito mau gosto. E o pior: há fanáticos falando em Prêmio Nobel da Paz. O fanatismo é triste demais. Qual será o fim disso? Zureia Baruch Jr. - São Paulo HomenagemQuem é da minha época lembra de uma brincadeira chamada aleluia. Quando se jogavam figurinhas para cima, elas eram de quem as pegasse. A honraria mais importante da Câmara de Santos, a Medalha de Honra ao Mérito Braz Cubas, está se tornando objeto de aleluia, pois distribui-se a torto e a direito. Recentemente, foi sugerida a Mano Brown, inimigo das autoridades policiais. Agora, falam em medalha à Portuguesa Santista pela conquista da Copa Paulista. Realizar sessão homenageando o time, o técnico e a diretoria ainda vai, mas conceder a mais alta honraria a um feito esportivo simples é fazer aleluia da medalha e banalizar o mérito de quem se empenhou pela nossa cidade. Evandro Duarte - Santos ImpostosNão gosto de entrar em discussão por político. Nenhum presta. Mas acho interessante as pessoas defenderem o governo do amor, do fim das queimadas (que aumentaram) e da proteção das "girafas amazônicas". Especificamente, cito um ponto: a taxação de compras no exterior. Taxação para o povo, claro. Porque, por exemplo, para a J&F houve um perdão de dividas de R\$ 6,8 bilhões. Acho "superjusto" ajudar quem deve bilhões e taxar quem compra um kit de computador e deveria pagar na compra R\$ 628,00, mas que com os impostos desembolsará R\$ 1.211,00. Você compra um pra você e um para o governo. "Justíssimo"! O importante é taxar o que vem de fora, não reduzir impostos aqui dentro. Isso para você, nobre eleitor, ter aquele atendimento de primeira no SUS, educação de Harvard, segurança 24 horas, estradas em perfeitas condições e tudo mais que o governo lhe oferece de graça, apenas cobrando seus impostos. Fabricio Xavier Leonardo - Santos RéveillonNo ano passado, a Prefeitura de Santos demorou para definir a liberação noturna das barracas de praia no Réveillon. Tudo ficou tudo para os últimos 30 dias. Algumas decisões, menos de dez dias. Até se justificou em parte a demora, devido à pandemia. Este ano, contudo, a coisa caminha para se repetir. Isso é muito ruim, já que demonstra falta de planejamento e prejudica o turismo, uma vez que as pessoas que aqui querem vir para passar o Réveillon acabam por desistir, trazendo no seu bojo prejuízo a ambulantes e permissionários de barracas. Espero que o Município trate o assunto com mais carinho e já comece definir regras claras para as outras festas que virão nos próximos anos. Elias Carneiro Jr. - Santos