[[legacy_image_81066]] Robôs telefônicos Há umas poucas semanas, um dos articulistas do jornal ocupou este mesmo espaço para se manifestar a respeito do absurdo que são as ligações telefônicas diárias feitas através de sistemas robotizados. É extremamente desgastante receber diariamente dezenas de ligações telefônicas, sempre dos mesmos números e com os mesmos resultados. Quase sempre essas chamadas têm origem em números que principiam por 4040 ou 4042 e do outro lado da linha não há ninguém. Algumas pessoas estão desligando os seus aparelhos, religando-os somente quando vão fazer alguma chamada. Mas, isso é o cúmulo! Será que não existe aqui, em Casa de Mãe Joana, nenhum setor que se responsabilize pela fiscalização desses desmandos? Carlos D. N. da Gama Neto - Santos Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Vacinas para covid-17 Nesta última audiência da CPI da Covid, antes do recesso de 15 dias, foi ouvido o depoimento do empresário Cristiano Carvalho. Pensei até que ele sairia preso, por falar descaradamente tantas mentiras. Ele chegou a pedir desculpas, e pediu para retificar o que tinha dito, quando um senador pediu uma questão de ordem e falou que, por estar mentindo, Omar Aziz deveria pedir a sua prisão. Ao retornar a oitiva, ele apontou o coronel Élcio Franco como comandante das compras superfaturadas. O presidente Omar Aziz cobrou a demissão dele, que hoje é assessor especial da Casa Civil, no Palácio do Planalto. Ainda segundo o depoente, o coronel não é o único. Disse ele que há um grupo de 8 militares que atua ou atuava até recentemente no governo em um pedido de propina pelas doses. Uma coisa que deixa qualquer um intrigado é: como uma pessoa que não tinha dinheiro nem pra pagar a diária do hotel em Brasília, é empresário da Davati Medical Supply no Brasil, negocia vacinas cujo total chega a milhões de dólares? Isto sem falar que superfaturaram os preços, e ainda tinha as porcentagens de propinas! Tudo isto bem debaixo do nariz do presidente Jair Bolsonaro, que diz não saber de nada. Pode um negócio deste, meu povo? Eu acho que estavam negociando vacinas para a covid-17. Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho Fundo eleitoral Em um país que atravessa uma das piores crises econômicas de sua história, com um número crescente de desempregados que hoje já ultrapassa 16 milhões, com aumento do número de moradores em condição de rua, pessoas passando fome, etc… agora vem o Congresso Nacional e aprova para o fundo eleitoral o valor de R\$ 5,7 bilhões, destinados aos partidos para gastarem nas eleições do ano que vem. É bem verdade que muitos parlamentares se posicionaram contrários, porém, não o suficiente para rejeitar este absurdo e, com isto, a mancha fica tanto ao Senado Federal como à Câmara dos Deputados. Isto explica o motivo de termos tantos partidos políticos no Brasil e a irresponsabilidade da farra com dinheiro público. Elias Carneiro Jr - Santos Comerciante A riqueza do Brasil vem do campo, mas, principalmente do seu povo. Bom, pode parecer clichê e talvez até seja, mas nas cidades, ela vem da força e da garra dos comerciantes. São eles que mais empregam, geram renda, dão oportunidades e constroem a disciplina no bem servir da sociedade civilizada. A destreza e o desenvolvimento de uma localidade, seja ela qual for e onde for, giram em torno da capacidade de seus homens e mulheres de negócio atenderem bem, negociarem produtos bons, com qualidade e preços favoráveis. Algumas cidades sobrevivem de seus comércios fortes e pujantes. O comerciante exerce uma atividade vital para o desenvolvimento da economia. Mais do que comprar, precificar e vender produtos. São eles que fazem a vida em comunidade ser melhor. Comemorar o Dia do Comerciante é mais do que render graças, é respeitar aquele empresário (ou empresária) que faz o máximo por seu povo. Mesmo em épocas difíceis, mantém as portas abertas, diminui as margens de lucro, vende, revende. É o comércio, e o comerciante, reconstruindo nossas vidas. Parabéns aos comerciantes! Gregório José - Santos