[[legacy_image_222592]] Mais policiamentoTemos que louvar as reportagens de A Tribuna sobre o aumento da violência, dos arrastões e roubos que vem ocorrendo na Baixada Santista, onde o prefeito de São Vicente pede urgência no aumento do contingente policial para inibir e dar mais segurança a todos os munícipes e turistas. Acreditamos que com autorização do governador de São Paulo ao aumento do efetivo nas ruas, todos lucrarão em segurança pública, gerando mais empregos no turismo, pois um local seguro só atrai turistas. Também temos que ficar atentos ao alerta do leitor Carlos Delfim da Gama Neto em sua reclamação sobre o excesso de poluição sonora em Santos, com aumento dos carros de som vendendo produtos clandestinos e sem segurança. Policiamento reforçado e ação conjunta da Secretaria de Segurança Pública para o reforço das blitze e patrulhamento em toda a Baixada Santista, isso é o que todos esperam. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Aulas cívicasTerminou mais um Campeonato Brasileiro de Futebol, onde times considerados grandes não conseguiram agradar suas torcidas, sendo, inclusive, vaiados em seus próprios estádios. O que vemos hoje em nosso futebol são garotos que mal saíram das fraldas, com compromissos com times estrangeiros. Será que, se o nosso dinheiro fosse mais valorizado, teríamos tantos jogadores querendo abandonar o nosso futebol, para engrandecer o futebol de times estrangeiros? Talvez seria diferente se o nosso amor pelo Brasil começasse nas escolas, como antigamente, quando éramos obrigados a nos perfilar com a mão direita no peito diante do hasteamento da bandeira, cantando o hino nacional desde a sua introdução, que diz: “Espera o Brasil que todos cumprais o nosso dever. Eia avante, brasileiros sempre avante”. Hoje, alguns atletas parecem nem mesmo saber cantar o nosso hino, pois ficam calados do princípio ao fim. Bom seria se as nossas autoridades do ensino voltassem a exigir que as escolas oferecessem as aulas cívicas. Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho RepúblicaExcelente o trabalho de Raphael Meirelles, presidente da OAB Santos, sobre a República. Recortei e guardei, pois merece releitura no futuro, por conter lição que extrapola o presente em que vivemos. Raphael honra o cargo para o qual foi eleito. Tem a minha admiração e o meu modesto apoio. Rubens Miranda de Carvalho - Santos Santos FCFoi simplesmente medíocre a despedida do nosso glorioso Santos FC no Brasileirão deste ano, ao sofrer inconteste revés frente ao Fortaleza em pleno Urbano Caldeira. Os números finais são sombrios e desalentadores. Em 38 jogos, foram apenas 12 vitórias (31,5%) e as derrotas acachapantes foram superiores, somando 15 (39,47%). A timidez da nossa força ofensiva galgou apenas 44 gols, uma média de apenas 1,16 gol por jogo, enquanto, defensivamente, amargamos 41 gols, média de 1,07 gol por jogo. O Santos FC encerrou sua melancólica campanha em 12º lugar, a pior colocação dos últimos 11 anos. Convém lembrar que, no Brasileirão de 2004, o time totalizou 103 gols em 46 jogos, média de 2,24 gols por jogo, marca até hoje insuperável. Com exceção do goleiro João Paulo, os demais devem ter outro destino que não seja o de envergar o nosso manto sagrado. O presidente Rueda que mostre ao que veio. Os santistas de uma geração mais distante têm o consolo de lembrar das proezas de Pelé e cia.: “O Santos FC foi considerado o maior clube do século 20 na América”; “O Santos FC é octacampeão brasileiro”; “O Santos é o segundo maior detentor de títulos do Brasileirão”; “O Santos detém a maior artilharia do futebol mundial”. O Brasil é pentacampeão mundial e o Santos FC, o clube que mais contribuiu. Junios Paes Leme – Santos