[[legacy_image_281797]] Sabesp em GuarujáMuito oportuno o investimento feito pela Sabesp em Guarujá, principalmente pela grande quantidade da população insatisfeita com os serviços prestados nestes anos todos. Vejamos o porquê e se o povo tem razão. A água de Guarujá era a melhor entre as cidades; depois da ligação feita com Santos, hoje ela tem cheiro e sabor, coisa que não tinha antes. Basta morar em casa ou apartamento para, ao abrir a torneira de manhã, sentir o cheiro forte causado pelo cloro e provar o sabor. O asfalto sofre demais com as obras realizadas e os buracos feitos pela concessionária – primeiro, pela demora para arrumar e, depois de arrumado, logo surgem problemas por ser algo malfeito. Se envolver bloquetes, nunca mais será o mesmo. A constante falta de água e pressão no sistema vem se repetindo há anos sem solução. Vazamentos de água limpa que ficam por dias sem reparo, cobrança de ar, pois, por mais que afirmem que não é verdade, nada fazem para provar que é mentira. O último fato foi na renovação de contrato, em que acenaram com a instalação do reservatório da cava para conseguir a renovação, e até agora só enrolam com desculpas. Finalmente, quanto ao tratamento de esgoto, que é cobrado até onde não tem tratamento, apenas recolhe-o e joga-o nas águas fluviais ou canais da Cidade, quando não vaza pelo próprio bueiro em vários pontos do Município. Somos obrigados, às vezes, a suportar o odor emanado pela estação elevatória, por se morar próximo a ela. Será que a população tem motivo para desconfiar do serviço e da tal promessa feita pela empresa? Nilton Santos Gadi - Guarujá DesserviçoO arrogante Jean Wyllys, amedrontado pelas supostas ameaças à sua integridade física, não tomou posse em 2018, desistindo do seu mandato para morar fora do Brasil. Não obstante, só o fez após negociação que o permitisse vagar pelo mundo às custas, sabe-se lá de quem. Pegou o avião e deixou a pé próximo de 25 mil eleitores que nele confiaram seu voto. Só não imaginavam a extensão da sua covardia. Deleitou-se entre estudos e lindas paisagens, conheceu países do primeiro mundo, mas, por incapacidade, não aprendeu o principal: educação e civilidade. Como cantaria Jackson do Pandeiro, no seu forró Língua Ferina: “Quando esse cabra morrer, o corpo vai num caixão, mas a língua desse cabra tem que ir num caminhão”. Voltando ao País após quatro anos de autoexílio, e sob as bênçãos de Janja da Silva, foi agraciado com cargo na Secretaria de Comunicação do Governo Federal, onde já inicia trabalho de forma desprimorosa e desaforada. Suas colocações erráticas e, por incrível que pareça, preconceituosas, ao governador do Rio Grande do Sul, em momento que se espera menos ódio e mais pacificação, foram desserviço e mostram o pequeno tamanho do seu cérebro político. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos O velho capitãoAdorei o artigo de José Carlos Silvares, cujo trabalho sempre admirei, desde a época em que era o responsável pelo Porto & Mar, cuja leitura diária era para mim obrigatória e sempre prazerosa. Seu artigo levou-me ao passado e me fez lembrar do saudoso Comandante José Albuquerque de Lima, do navio Amalia (da Netumar, que não mais existe e a quem tive a honra de servir por alguns anos na também não mais existente Agência Luma). Em uma oportunidade em que peguei uma carona com ele, para uma breve viagem pela costa, ele também me confessou, a exemplo do Comandante Alexandrino, que gostaria de morrer no mar. Impressionou-me profundamente aquele depoimento, do qual jamais me esqueci. Prestes a completar 60 anos de trabalho na área marítima, conheci uma quantidade inimaginável de oficiais e marinheiros das mais variadas nacionalidades, mas o depoimento mais marcante foi mesmo o do saudoso Comandante Albuquerque. Que paixão profunda todos esses profissionais têm pelas águas do mar! Eu também adoro o mar, mas não planejo desencarnar nele... José Carlos da Silva Caridade - Santos Faixas de segurançaHá uma semana, passou por aqui uma viatura da CET e desligou a fiação da iluminação dos três postes metálicos da faixa de segurança em frente ao número 31 da Avenida Vicente de Carvalho, no Boqueirão. Essa faixa fica bem em frente à casa noturna Moby, que, durante as madrugadas, tem grande fluxo de pessoas utilizando essa faixa de pedestres. Peço que providenciem com urgência o religamento desses postes de iluminação. Silvio Santos - Santos