[[legacy_image_134562]] Sobreviver, comemorarPrecisamos e devemos agradecer a vida, a convivência com os amigos, a nossa família unida, a saúde, o abraço, o sorriso, o olhar de gratidão dos nossos pacientes, o silêncio pela perda de uma vida, a lágrima, o sentimento do dever cumprido e o fato de podermos estar, aqui e agora, a desejar Boas Festas a todos que até aqui conseguiram chegar. Vencedores e guerreiros nós somos! Para vencermos a guerra, travamos uma árdua batalha a cada dia. Atravessamos um ano com muitas dificuldades, incertezas, dúvidas, muitos medos, alguns momentos de pânico, perdemos entes queridos, amigos, colegas de profissão. É inquietante pensar e explicar o sentimento sobre-humano que muitos médicos da “linha de frente” experimentaram no auge da pandemia, vendo-se obrigados a priorizar tratamentos, condutas, uso de medicamentos, assim como ter que escolher quem salvar. Sentimento de medo, impotência e angústia. O que parecia ser algo passageiro, inofensivo, de pouca gravidade, vem se mostrando ser cada vez mais definitivo, incompletamente compreendido, grave e até agora de incerto e eficaz tratamento. O confinamento nos fez sofrer, afetou nossa psique, nosso comportamento, afastou-nos do mundo real que até então conhecíamos e tolheu aquilo que nos é mais sagrado e nato: a nossa liberdade. Entre tantas coisas, aprendemos a rever os valores que nos cercam, a decantar as relações humanas interpessoais, familiares, de amizade e a planejar melhor o futuro… incerto. Que Cristo renasça em nossos lares, corações e mentes! Que nos dê saúde, força e sabedoria, para continuarmos a exercer a nossa nobre arte na sua plenitude, em benefício daqueles que de nós vierem a necessitar. Que sobrevivamos para comemorar a vitória pela vida. António Joaquim Ferreira Leal - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Marco das ferroviasDepois do Marco das Ferrovias, aprovado segunda-feira, parece que o capitalismo brasileiro vai ter que começar a andar com suas próprias pernas. Agora os empresários ferroviários vão ter que usar seus dinheiros para construir seus próprios ramais ferroviários, sem utilizar o dinheiro dos governos estaduais e federal, para depois privatizá-los. Agora eles também irão saber quanto custa: cada metro de trilho, cada dormente, quanto custa para fazer pontes, túneis, etc. Antes, após escolherem onde desejavam colocar os ramais, corriam até os políticos para exigir do governo a construção com o dinheiro público, para depois dizer que aquele ramal ferroviário estava obsoleto, para privatizá-lo a preço de bananas, dizendo que o governo não sabe administrá-lo. O dinheiro do povo já tinha sido aplicado mesmo! Agora, vamos esperar que nossos deputados federais façam o mesmo com as nossas rodovias, tirando das costas do povo estes gastos públicos. Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho Ponto de ônibusSobre a queda de uma cobertura de um ponto de ônibus na Av. Afonso Pena, em Santos, digo que existem 3 responsáveis com nome, CPF e RG: o responsável pela contratada; o responsável pela fiscalização da prefeitura e o responsável da CET. Nada de processar o CNPJ, mas o CPF. As possíveis indenizações devem sair dos bolsos dos responsáveis. Simples assim. É a única forma de ensinar a esse pessoal trabalhar com responsabilidade. Se tivesse vistoria e manutenção como deve isso não teria acontecido. Pedro dos Santos Neto - Santos Avó na pandemiaHá um ano sou avó, nobre e prazerosa missão. Minha primeira neta nasceu dia 17 de dezembro de 2020, em plena pandemia, e foram muitos os percalços durante esse tempo, mas também muitas excelentes novidades. Ao completar sua primeira primavera, minha neta Luiza me presenteia com sua vivacidade, cheia de alegrias e esperanças. Nesta data tão significativa para ela e toda nossa família, quero lhe dedicar um verso pleno de carinho e bênçãos: “Somos (eu e você) dessas mulheres que nasceram para brilhar. Agora, com você, reescrevendo minha história, estou avó-ar. Viva!” - Célia Regina Migues - Guarujá