[[legacy_image_159617]] domingo+ Depois de ler as notícias em A Tribuna, parto imediatamente para o caderno domingo+, pois é o momento do relaxamento mental. Ali há matérias que variam da saúde ao cardápio que me faz salivar, passando por resumo das novelas (para quem gosta) e temas que me fazem esquecer um pouco do cotidiano. Apenas sinto falta de informação sobre os teatros. Acho que esse espaço deveria abordar o que se está exibindo nos teatros da região e, por que não, incluir também a cidade de São Paulo. E não esquecendo dos cinemas, hoje concentrados em shoppings. Creio que a inclusão desses temas iria enriquecer ainda mais esse caderno, que tem se tornado essencial aos leitores dominicais como eu. Ademir Alonso Rodrigues – Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Voto sem almaNa pátria amada, o voto é secreto, mas não vem da alma, porque a grande maioria da população só é lembrada da sua existência em época de eleição, onde os eleitos prometem tudo e o impossível, quando tudo e o impossível não valem nada e a população continua a viver a sua realidade, com grande necessidade no dia a dia, sem alma, sem esperança de uma vida melhor e sem horizonte. WALDOMIRO ALVES DA SILVA - Santos Revisão da vida toda Entrei para o time dos aposentados em maio de 2020, já sabendo e me interessando por esta questão, pois tenho contribuições registradas de 1974 a 1994. O presidente Jair Bolsonaro disse que é a favor da revisão, mas que o país não tem ‘dindin’ pra tapar mais este rombo. Logo, já colocou dois ministros seus do STF, que com certeza vão travar esta questão. Gostaria de dizer que todo trabalhador contratado pela carteira de trabalho e a respectiva empresa contratante mensalmente sofrem um ‘confisco’ do INSS de parcela chamada contribuição previdenciária. Durante meus 30 anos de contribuições, o INSS nunca enviou extrato de quanto eu já tinha contribuído. Então, senhor presidente, chama-se esse processo de capitalização e, ao completar o tempo de trabalho, vai retornar ao trabalhador, com as devidas correções. Simples assim. Agora, se o presidente vem a público dizer que vai quebrar o orçamento é porque o dinheiro foi “surrupiado”. E como este problema não ocorreu no governo dele, que ponha a PF pra investigar, prender os responsáveis e recuperar este dinheiro, que não é público, é do trabalho prestado por muitos profissionais. Que pena que o sonho não se realizou e o pior: o dinheiro sumiu e o profissional/trabalhador tomou uma “rasteira federal”. Deodoro Moreira dos Santos - Santos Quem será o próximo? “Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei. No terceiro dia, vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar” (Martin Niemoller, 1933, Símbolo da resistência aos nazistas). Um dia a Rússia invadiu a Ucrânia, o mundo covardemente passivo assistiu a tudo. Quem será o próximo? João Horácio Caramez - Santos EleiçãoFiquei muito satisfeito com o artigo do articulista Alcindo Gonçalves, pois sem querer me lembrou de todos adjetivos inerentes a esse cidadão que está pretendendo concorrer a eleição deste ano, para voltar a uma cena bem descrita pelo seu futuro assecla a vice presidente. Não tinha lembrado de metade deles como ex-presidiário, ladrão e outros epítetos. Que bela colocação do articulista, consubstanciando um pouco essas virtudes do próprio. E aproveitando a deixa, por que não questionamos as ideias e posicionamentos dele? Vai aí minha questão: quais os planos econômicos? Voltar a arrasar o país? Ele irá promover uma política de estatizações? Claro que ele quer cabides de emprego nas estatais sempre deficitárias. Vai acabar com a reforma trabalhista ou teto de gastos, tributária e administrativa? Não, pois o esquema dele é só retrocesso. Qual sua relação com sindicatos e corporações? É voltar o imposto sindical para os mais de 17 mil sindicatos com mordomias aos diretores. Como será a governabilidade no Congresso? Igual ao antigo e malfadado mensalão. Qual política externa? Sem falar das outras atrocidades. Luiz Vinagre - Santos