[[legacy_image_199801]] Semáforo urgenteSerá que é tão difícil avaliar essa situação, pois esse assunto já foi abordado anteriormente e, até agora, nada? Avenida Cel. Joaquim Montenegro (canal 6) tem sinal para conversão da praia para os bairros e também sinal dessa avenida para entrar na praia. Porém, o fluxo de trânsito de veículos, que é grande, não para ou ele vem da Ponta da Praia ou do Canal 6. No cruzamento da Avenida Bartolomeu de Gusmão com a Rua Ricardo Pinto tem conversão de veículos da praia para os bairros e retorno, além de faixa de pedestre. Em seguida, temos a Rua Januário dos Santos, também com faixa de pedestre. Ambos os cruzamentos, do lado dos prédios, têm tido inúmeros atropelamentos e até acidentes, como o que presenciamos ontem pela manhã. Isso se dá, pois não há uma interrupção do fluxo de veículos que vêm da Ponta da Praia ou do Canal 6. O pedestre enfrenta um imenso transtorno para atravessar, mesmo com as faixas – havendo um fluxo de pedestres muito grande em ambas as as ruas. A sugestão é a CET colocar um semáforo no cruzamento da Ricardo Pinto, sincronizado com um dos semáforos existentes no cruzamento do Canal 6, no intuito de interromper o fluxo de veículos na Av, Bartolomeu de Gusmão no lado dos prédios, uma vez que do lado da praia isso já ocorre, em função dos semáforos existentes em frente ao McDonald’s e na Av. Alexandre Martins. Carlos Sulzer - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Nova rodoviáriaMuito importantes os estudos e reportagem de A Tribuna sobre o pedido dos técnicos de uma nova rodovia ligando a Capital à Baixada Santista. Como esses estudos irão demorar algum tempo, cremos que o momento atual é para que os ramais ferroviários sejam todos reativados e ligados ao sistema do VLT. Existem prontos dois ramais ferroviários, um pela estação do Valongo no sistema de cremalheira, num bonito e turístico sistema de trens – uma ligação econômica e sem nenhuma poluição, ligando a Baixada Santista à Capital. E existe um outro ramal ferroviário pronto, ligando também a Capital à Baixada Santista, e ao resto do Litoral, pelo caminho de Evangelista de Souza. Por certo, ainda este ano, tendo o retorno dessas linhas férreas de passageiros e de turismo, teremos nas férias de final de ano um meio mais rápido, econômico e não poluente de ligação rápida, que poderá, inclusive, receber modelos de trens rápidos e modernos, que farão um transporte diário eficiente e, frise-se, interligado ao VLT. Com isso, ganham melhores condições e incentivo o turismo, com a consequente criação de centenas de novos empregos diretos e indiretos. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania MaquiavelismoRelendo O Príncipe, na manhã de ontem, Dia dos Pais, comecei a perceber que existe muito mais por detrás do recente aumento dos vencimentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal do que pode alcançar a nossa parca percepção da realidade. Carlos D. N. da Gama Neto - Santos Geladeiras(O ministro da Economia) Paulo Guedes havia dito que o servidor público não poderia ficar em casa de geladeira cheia. Disse para justificar congelamentos de salários quando os servidores públicos trabalharam – haja vista o princípio da continuidade do serviço público, que é ininterrupto, ou seja, não podem parar. O que o mesmo Paulo Guedes teria a dizer a respeito da geladeira do General Braga Netto? Franz Josef Hildinger - Praia Grande Reforma jáNão é possível que a Nomenklatura (burocracia) brasileira continue fora da realidade para tantos brasileiros. Fala-se que não se pode aumentar o salário mínimo, mas a alta burocracia recebe salários e penduricalhos muito acima dos demais países. Uma total aberração em comparação aos demais brasileiros. A despesa precisa ser diminuída, para que haja menos impostos. Ela tem que começar pelos salários estratoféricos que aqui são pagos, em todos os níveis de poder, muito maiores que em outros países mais ricos que o nosso. Esses salários deveriam ter como referência o salário mínimo – tanto os salários de vereadores, deputados, senadores, prefeitos, governadores e presidente da República. Penso que, assim, haveria uma grande economia e o salário mínimo seria mais valorizado, pois seria a referência para os demais. Fernando Martins Braga - Santos