[[legacy_image_199596]] Dia dos PaisNós refletimos no segundo domingo de agosto, no Dia dos Pais, a família, presente de Deus. Como vão nossas famílias? Como estão conseguindo passar por essa tormenta do pós pandemia? O fato é que, só através da mistura de amor e perseverança, conseguiremos atracar com segurança e retomar nossa vida. Entretanto, ao nosso redor, nos deparamos com a penúria socioeconômica, com famílias sem emprego e renda; muitos idosos provinham o sustento dos dependentes e a maldosa covid os levou. A insegurança alimentar se alastra e quem em certo momento ajudou, agora precisa ser ajudado. Temos esse compromisso com a vida: ver nesse pobre desvalido o próprio Cristo e buscarmos meios de saciar sua necessidade física e espiritual, para que não passe mais privações. Edmir Santos Nascimento - Santos. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! DemocraciaAs recentes demonstrações em defesa da democracia, como assim está sendo chamada, fazem transparecer aos menos informados que as três instituições, Executivo, Legislativo e Judiciário, estão na corda bamba, o que não é o caso. Foi interessante ver próceres jurídicos, em discursos inflamados contra o retrocesso democrático, junto a alguns outros que gritavam palavras de ordem contra o presidente e louvando o “democrata” Lula. Tudo isso devido às críticas às urnas e às atitudes de falastrão do presidente. Defender a democracia e a Constituição é o dever de todo cidadão, mas eu gostaria de saber onde estavam esses mesmos democratas quando o membro do STF, em conluio com o presidente do Congresso, rasgou a Constituição e garantiu os direitos políticos da presidente cassada. Onde eles estão quando se vê a emenda constitucional da prisão em segunda instância, com apoio maciço da população, jogada dentro de uma gaveta do Congresso? As grandes bancas advocatícias não a querem aprovada, pois isso lhes retiraria grande parte dos seus honorários. Onde estão os democratas que veem um STF extrapolar suas atribuições, portando-se como uma corte medieval, processando, julgando e mandando prender? Onde estão os democratas que se curvam a grupelhos e mantêm leis lenientes que protegem mais os bandidos e corruptos do que a população? Se vamos defender a Constituição, que o façamos de forma igualitária e atemporal, pois caso contrário pode parecer que não se está defendendo a democracia. Ademir Alonso Rodrigues - Santos. Atlético e criatividadeSantos tem da Unesco o título de cidade criativa em audiovisual. Temos de expandir a criatividade para soluções em defesa da nossa História e do patrimônio. O que aconteceu no Atlético Santista ilustra a inércia do Poder Público e de parte da sociedade diante de desafios que garantam, para o futuro, uma Santos que aproveita seu passado como instrumento de desenvolvimento econômico e social. Ora, além de exemplar arquitetônico ímpar, temos ali uma praça de esportes carregada de histórias, mas não só: de potencialidades. Basta ousar, abusar da dita criatividade. Por que o Poder Público não intervém, desapropria e cria ali um centro de formação, estudos, pesquisa, treinamento em esportes, referência para o País? Aliás, por que, para que e por quem o ginásio está sendo demolido? Em tempo: que os feridos se recuperem logo e tenham a devida assistência dos responsáveis pela “obra”. Wagner de Alcântara Aragão - Santos. HistóriaÉ o relato verídico de fatos recentes ou antigos. Quando da reinauguração do Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Souza, esteve presente. O presidente Marcelo se encontrou com Luiz Inácio Lula da Silva, que tinha estado em Portugal há pouco tempo. O presidente Bolsonaro, que o tinha convidado para um almoço em Brasília, desconvidou-o. por ter ele conversado com Lula. Algumas pessoas de má índole quiseram arrumar uma crise diplomática, o que não aconteceu, pois Marcelo Ribeiro de Souza falou que quem convida tem o direito de desconvidar. Parece até que os presidentes do Brasil cometem essas gafes. Quando dos 500 anos do descobrimento, houve uma regata de Lisboa até a Bahia, e uma caravela aqui chegou com os outros barcos. Numa conversa entre Jorge Sampaio, então presidente de Portugal, o nosso presidente lhe disse que se o Brasil tivesse sido colonizado pelos holandeses nós estaríamos muito melhor. Ao que Jorge Sampaio respondeu, “nós estivemos presentes na comemoração dos 100 anos de vossa independência, que logo completará 200 anos”. O que os senhores fizeram afinal nesse tempo todo? Não esquecer que os mandatários da época mandaram construir uma caravela, a um custo altíssimo, que nunca navegou. A história é sempre implacável com os fatos reais. Fernando Martins Braga - Santos.