[[legacy_image_273869]] LixoMorando nesta rua (Bento Viana) há 40 anos, sempre elogiei o serviço de recolhimento do lixo: o orgânico todos os dias, inclusive feriados. uma vez por semana o reciclável e três vezes na semana a rua era varrida. Perfeito. A varrição foi diminuída para duas vezes, uma vez e, desde o final de 2022, nunca mais. O lixo se acumula desde então, piorando a situação quando chove. Sempre limpamos nossa calçada, retirando até os matinhos. Será que na faixa de idade entre 70 a 80 anos teremos que também recolher o lixo da sarjeta e boca de lobo? - Elisete F. Ferreira - São Vicente. TurismoA entrevista que protagoniza conhecimentos transmite aprendizado aos leitores. Foi o caso da inteligência e perspicácia das perguntas da jornalista Arminda Augusto e as respostas elucidativas de Eduardo Sanovicz, em A Tribuna de sábado, que apontam para o futuro, a curto e médio prazos, no segmento Turismo, nas variadas nuances, em Santos e região. O Turismo, nas últimas décadas, tem representado uma das mais promissoras atividades econômicas mundiais, geradora de emprego, renda e desenvolvimento para a indústria, agricultura e setor terciário. No entanto, representa em torno de 8.1% do PIB, tendo muito espaço a crescer. Chamou-me atenção e comungo da ideia, sugestão sobre a terceira ligação entre a Baixada e o Planalto ser por ferrovia. Tremendo chamariz turístico. Nesse aspecto, Sanovicz arremata: “Já estamos sacando sem fundo do cofre chamado natureza”. Vamos investir nessa promissora ideia. Sanovicz é um entusiasta do resgate do Centro Histórico, que aliado ao Parque Valongo, finalmente tirado do papel, será um indutor fantástico de desenvolvimento. Com certeza, o imenso sonho do prefeito Rogério Santos se transformará em realidade, nos moldes do que ocorre em boa parte do mundo. - Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Dia dos namoradosPerdi a minha namorada, que Deus levou, mas não a esqueço. Este poema fiz e o li para ela quando completamos 40 anos de casados. “Esse dia é nosso”: Quarenta anos bem passados/Que não sei como dizer/ Estamos enlaçados/ Com todo o nosso bem querer/Admiro a tua doçura/ Pois o meu ser todo clama/ Te amo com tanta loucura que nosso amor arde em chama/És uma rosa adorada/ Que adornas nosso jardim/ Uma flor tão encantada/Que o amor desperta sim/ O odor de teu perfume/ Que tu exalas enfim/ Mulher eu tenho ciúme/ Pois só te quero para mim/ Agora eu vou terminar... Dizendo de minha paixão/ E eu sempre vou te amar... Meu amor meu coração. - Fernando Martins Braga - Santos Dinheiro esquecidoEm sua edição de sexta-feira, A Tribuna alertou que mais de R\$ 7 bilhões estão esquecidos nos bancos. A maioria dos beneficiários tem direito a valores de até R\$ 10,00. Apenas 1.78% dos depositantes são donos de importância acima de um mil reais. Aparentemente, apenas os bancos lucram com a retenção de toda essa dinheirama. O Banco Central poderia, inicialmente, estabelecer um prazo de 90 dias para os saques. Esgotado esse prazo e após as formalidades legais, o saldo não resgatado poderia ser usado em causas sociais, como por exemplo o Minha Casa, Minha Vida, com a construção de casas populares para pessoas em situação de rua, cuja população aumenta a cada dia. As últimas estatísticas mostram que mais de 281 mil brasileiros e brasileiras vivem nas ruas. - Orlando Machado - Santos PolíticaLi nos últimos dias, neste espaço de A Tribuna, alguns leitores assíduos deste jornal inconformados com a atual política nacional. Eu também me encontro nesta situação e concordo com quem expressa sua opinião. É muito ruim elegermos um cidadão para nos representar e este logo começar a conhecer o caminho das pedras no Congresso, assim como nas assembleias estaduais e câmaras de vereadores pelo Brasil afora. Com mais de 5.500 cidades, em algumas o voto de cabresto faz parte da cultura local, lembrando já que a Constituição permite que o cidadão eleito pelo povo possa se reeleger por várias vezes. Só temos uma alternativa, como alguns escreveram neste espaço: se temos algo que os políticos não podem nem devem ter influência é no nosso voto, então, vejam o exemplo de Santos, onde vereadores são reeleitos por vários anos seguidos. Se pararmos de reeleger os mesmos, podemos até não resolver, mas teremos controle sobre as decisões e leis criadas por eles. Moramos em uma cidade privilegiada, onde temos um excelente jornal que nos dá boas informações e direito de nos expressarmos. Resumindo: nós, eleitores, os autorizamos. - Cesar Tavares da Cunha - Santos