[[legacy_image_132617]] STFCom todo o respeito ao excelentíssimo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, o STF não é um poder moderador, como ele definiu recentemente. De fato, nos últimos tempos, o Supremo parece agir como se fosse maior do que o Legislativo e o Executivo, mesmo sem os 11 ministros terem recebido um único voto do povo para assumir esse papel. Toffoli alega que o Brasil já vive um "semipresidencialismo", mistura do modelo presidencialista atual com a flexibilização do parlamentarismo, tendo o Supremo como moderador. Esse tal poder moderador não existe. Na verdade, o STF é um dos principais responsáveis pela insegurança jurídica vivida hoje no País. Sim, o Supremo é um pilar muito importante para o funcionamento da nação, porém, isso quando tudo está nos eixos. Quando atropela diversos temas, como tem feito, deixa de cumprir sua função básica. Então, não, sr. ministro. Isso não existe. O STF não é um poder moderador. Na verdade, nos últimos anos o Supremo se especializou no atropelamento de decisões com consequente insegurança ao sistema político brasileiro. Antonio Tuccilio - São Paulo Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Taxa SelicCom o aumento da taxa Selic em 1,5 ponto, passando a 9,25% ao ano, certamente freará a inflação e os preços da Petrobras. É muito importante saber que em todas as variáveis da composição dos custos (direitos e indiretos) de produtos e serviços oferecidos ao consumidor, entra a variável dos produtos oferecidos por aquela empresa como, por exemplo, o frete, onde utiliza-se gás, o saco que embala o arroz e todos os alimentos, a roupa, as peças de borracha de máquinas, veículos, equipamentos, embalagens dos remédios, tintas, usinas termoelétricas, enfim, tudo. Franz Josef Hildinger - Praia Grande Crise econômicaO artigo publicado ontem, explicando, sob a ótica do articulista, a origem da crise econômica que o País atravessa é uma coleção de desaforo ao invés de um arrazoado econômico. Começa pela Reforma Trabalhista do Temer, passa pela Previdenciária do Paulo Guedes, pela falta de aumento do funcionalismo público, desnacio-nalização, proteção aos índios, negros, etc, e tudo por culpa dos bancos. Esquece o articulista que os bancos são meros intermediários em qualquer operação onde haja tomada de empréstimo que é financiada pelo investidor. Se há juros pagos pelo governo aos bancos, é porque, simplesmente, ele está tomando dinheiro para se financiar, pois não consegue pagar suas contas com o dinheiro arrecadado dos impostos. E por que isso acontece? Há gastos em demasia com funcionários públicos, um sem número de estatais deficitárias engrossam o caldo, um Judiciário e Legislativo que, em pesquisas publicadas na mídia, mostram serem os mais caros do mundo e num país pobre. E para finalizar, investe mal o dinheiro em obras. Portanto, se se quer achar um culpado pela crise econômica, que não é recente, deve-se encarar as verdades acima citadas e deixar de dissimulá-las. Ademir Alonso Rodrigues - Santos Prefeitura respondeEm resposta à carta da Sra. Lilian Teixeira, publicada dia 4/12, a Prefeitura de São Vicente informa que é preciso aguardar a realização dos serviços de tratamento, canalização e outras ações em relação ao esgoto, por parte da Sabesp, companhia estadual, para, somente após a conclusão destes serviços, iniciar o projeto de pavimentação na Rua José Saturnino Santos, no Jardim Rio Negro, sob responsabilidade da Administração Municipal. Secretaria de Comunicação de São Vicente FanatismoChamar os eleitores do presidente Jair Bolsonaro de “rebanho fanatizado” é normal? Lógico que não! É no mínimo uma tremenda falta de respeito e educação com os próprios amigos e parentes. Agora, quando esses “respeitáveis eleitores” são chamados de esquerdopatas, aí, não gostam. Pau que bate em Chico também bate em Francisco. João Horácio Caramez - Santos