[[legacy_image_89645]] A desejar Em todas as áreas de atividades a pandemia gerou um tanto de desequilíbrio, mas em alguns serviços públicos o descontrole vem sendo total. Tomemos para isso dois exemplos, que são os Correios e a Fundação Biblioteca Nacional. No primeiro deles, já a caminho de privatização, parece haver esforço para receber apoio da opinião pública, pois uma correspondência enviada de Santos para Sorocaba chegou a levar vinte e um dias para ser entregue e, agora, uma confirmação de A.R. entregue no Rio de Janeiro em 14/7/2021, ainda não chegou às mãos do remetente. Na FBN, a atualização das informações sobre obras registradas não acontece desde o dia 7/2/2020. O pandemônio em meio à pandemia vem deixando muito a desejar. Carlos D. N. da Gama Neto - Santos Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Retrocesso A impressão do voto é a nova cloroquina. O inominável sabe como criar espantalhos e desviar o foco dos reais problemas do País, que ele não tem discernimento pra identificar e muito menos competência pra resolver. Ele sabe que sua seita de fanáticos compartilha com ele o mesmo nível de desinformação e limitação intelectual, e que vai sempre acreditar em suas narrativas delirantes, por mais que a realidade mostre exatamente o contrário. Só pra lembrar, a extrema direita americana atacou, com as mesmas mentiras de fraude, uma eleição com voto impresso e contagem manual. E assim vai ser sempre, qualquer que seja o sistema de votação. Não aceitar resultado das urnas é típico do fascismo moderno, assim como chegar ao poder pelo voto, para então atacar as instituições e solapar a democracia. Marcelo Dias Montero - Santos A quem interessa? Mesmo o País envolto na pior e mais grave crise sanitária de sua história, com mais de 560 mil óbitos, aproximadamente 20 milhões desempregados e constantes, perigosas e desnecessárias desavenças entre os poderes, os deputados, alheios a tudo, pretendem votar de afogadilho, sem participação popular, a reforma eleitoral, mesmo sabendo que falta um pouco mais de um ano para as eleições e que o projeto terá que ser discutido e aprovado em apenas 60 dias. O que realmente interessa, que é a diminuição do número de partidos e o fim da reeleição, certamente não estará em pauta. Cinco partidos seriam o suficiente para atender todas as ideologias, mas como isso é humanamente impossível no Brasil, o máximo aceitável seria dois partidos de direita, dois de esquerda, dois de centro, dois de centro-direita e dois de centro-esquerda. Ao povo resta torcer para que o bom senso prevaleça. Orlando Machado - Santos Bilionários Por que o mercado precisa ser tão sovina, tão mesquinho, tão insensível para com a imagem do Brasil (haja vista sua indiferença quanto à destruição do meio ambiente)? Seria importante mudar o desprezo pela pátria, começando por investir no atletismo brasileiro, que tanto nos orgulha quando da sua participação e vitória e nos anima também diante do caos governamental e da pandemia. Corretoras, grandes empresas que têm suas ações negociadas na B3 ou não, deveriam abrir suas mãos para um investimento que reflete tanto na imagem do Brasil no exterior como também nos orgulha internamente, e também não deixa de ser uma intervenção social, criando oportunidades para quem não as tem. Franz Josef Hildinger - Santos Acrobatas Ao ler a carta ‘motos barulhentas’, do Grupo de Proteção da Família e da Cidadania de Santos, dando total apoio à Polícia Militar na realização de blitz e bloqueios, para apreender e tirar de circulação motos barulhentas, lembrei-me dos ‘motoqueiros acrobatas’, que ficam fazendo competições de quem empina e anda mais tempo acelerando e empinado só na roda de trás. Algumas vezes com “garupeiros e com os escapamentos sem os miolos, até altas horas da madrugada. Sempre que escuto o barulho deles, corro pra fechar portas e janelas, para que o som diminua dentro de casa. Se tentar falar com os ‘motoqueiros acrobatas’, fica bem pior. Já fiz reclamações deste ano, mas não ligo mais, pois sei que não vem mesmo. Agora, só resta-nos rezar, e pedir aos céus para que os motores das motos pifem. Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho