[[legacy_image_259326]] Gordofobia médicaEntrevista com uma atriz e influencer publicada na edição de Páscoa de A Tribuna cita a existência de gordofobia médica, como se os médicos não devessem abordar a questão. Gostaria de esclarecer que a obesidade é doença catalogada sob o código E66, do Código Internacional de Doenças, e que a mesma está intimamente ligada a hipertensão arterial e diabetes, somente para citar as duas doenças que mais matam e causam incapacidades em todo mundo. O SUS oferece tratamento para tal, inclusive cirúrgico, através da cirurgia bariátrica. Qualquer tentativa de minimizar essa ou outras patologias é um desserviço à sociedade e deve ser combatida. Marco Antonio M. Antonelli - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Lei antifumoA Lei 13.541/2009, chamada de lei antifumo, em alguns bares, restaurantes e padarias deixou de existir. Basta um olhar mais atento e veremos fumantes tranquilamente dando suas baforadas indesejáveis nesses locais. Seria importante que o Sindicato de Bares e Restaurantes e, ainda, o Sindicato da Panificação orientassem seus associados quanto ao cumprimento rigoroso da lei, evitando conflitos entre fumantes e não fumantes, além, é claro, de uma possível autuação dos órgãos de fiscalização. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos InteligênciasLi atentamente à missiva do sr. Josemilton de S. e Silva e devo dizer, acrescentando, que não adianta nada (mas ajuda) ter muitos policiais, não adianta nada ter um serviço de inteligência primoroso (mas ajuda) se não temos leis que façam os criminosos pensarem duas vezes antes de cometerem seus crimes. E é aí que a coisa pega. As pessoas que compõem o quadro do atual Congresso Nacional estão muitíssimo aquém de vontade de produzir essas leis para preencher a necessidade do povo. Seria uma questão de autopreservação ou de seus familiares? Vais saber! Pedro dos Santos Neto - Santos Balneabilidade (1)Alegro-me com o lampejar de esperança para a tão necessária balneabilidade das nossas praias, com o lançamento do Programa Detecta, ação conjunta da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Santos e Sabesp, por tempo indeterminado. O objetivo é detectar contaminação por esgoto na água. A ação coordenada pela Semam, e valendo-se da indiscutível experiência dos técnicos da Sabesp, cria expectativa de otimismo. A população e o turismo agradecem. O mapeamento dos canais é de vital importância; a carga poluidora é visível; ligações irregulares de esgoto existem de fato; prédios e moradores das redondezas descartam de forma inadequada e até criminosa esgoto nas galerias de escoamento das águas da chuva; caminhões furtivos jogam na calada da madrugada lixo e detritos em nossos canais. Vi com meus próprios olhos. Com essa ação conjunta e muita divulgação, germina a semente da civilidade e cidadania para vislumbrarmos melhores dias ao meio ambiente e às nossas praias. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Balneabilidade (2)A Prefeitura de Santos e a Sabesp anunciam medidas para identificar de onde vem o esgoto presente nos canais. Medida importante, sem dúvida, mas o que queremos saber é o que será feito com o proprietário de imóvel que faz ligação errada do esgoto na rede de água pluvial. Será punido? E mais: se o esgoto dos canais estiver vindo da própria rede da Sabesp, haverá punição também? João Carlos de Moura - Santos Exclusão de empresasQuestionamento na imprensa após o governo ter retirado as empresas Correios, Telebras, Serpo, Dataprev, EBC e outras do programa de privatizações. Pessoal, está mais do que claro pela história do PT e do Lula: vai utilizar essas empresas como sempre fez, ou seja, como cabide de empregos para os seus, com pessoas incoerentes, por seus camaradas e comparsas. Depois, o resultado já conhecemos, como a falência das empresas, déficit e ineficiências nos serviços, e a derrota dos fundos de pensão. E aí os coitados dos empregados pagam cotas adicionais para repor o rombo, como já fizeram na gestão anterior dos governos Lula e Dilma. Será que o povo e os empregados já esqueceram? Carlos Sulzer - Santos ÔnibusOs novos ônibus colocados em circulação na Baixada Santista dispõem de apenas uma porta de saída, mesmo os de carroceria longa, para muitos passageiros. Não precisa dizer o perigo que isso causa no caso de desavenças no seu interior, defeitos e, como no Rio de Janeiro, um passageiro derramar um galão de combustível e pôr fogo. O que têm a dizer a Prefeitura e os órgãos que controlam o transporte intermunicipal? Vão esperar ocorrer uma tragédia? Nicola Granato - Santos