[[legacy_image_97976]] Ameaça Bolsonaro vem convocando suas hordas de fanáticos para uma megamanifestação no dia 7 de setembro, além de cooptar as Forças Armadas para os seus propósitos nada republicanos com graves ameaças a nossa democracia. Após a não aprovação do voto impresso pela Câmara (uma de suas bandeiras para desqualificar a urna eletrônica), passou a ameaçar abertamente os ministros do STF, Barroso e, principalmente Moraes. O STF, e toda a sociedade brasileira democrática devem dar um basta nos arroubos ditatoriais de Bolsonaro de forma definitiva. A população deve se mobilizar numa manifestação de grandes proporções, e até mesmo parar o Brasil, demonstrando de forma irrefutável que não quer o golpe de Estado e tão pouco viver em uma ditadura militar, e aproveitar o momento e exigir do presidente da Câmara que seja aberto um processo de impeachment de Bolsonaro, colocando um fim nesse desgoverno, o pior da história republicana. Lufe Bittencourt - Santos Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Ponte dos Barreiros Sou de Santos, trabalho na área continental de São Vicente e acho um descaso o tempo de espera na qual ficamos sujeitos a passar pela Ponte dos Barreiros. Muito mal organizado o tempo nos dois sentidos. Sei do fluxo maior de um dos lados, mas quem está no contra fluxo tem pouquíssimo tempo para seguir. Temos que esperar 3, 4 vezes o semáforo seguir. Demorei 45 minutos somente para conseguir passar pela Ponte. Acho um descaso, até mesmo com a nossa segurança, sendo que já fomos prejudicados um ano e meio. E quando veio a verba para arrumar, o que fizeram? O que os políticos de São Vicente fizeram com o dinheiro do conserto da ponte? Fernanda Silva Rosa - Santos Contrasensos Está cada vez mais difícil viver no Brasil e entender o seu governo. Em uma época em que tudo aumenta de preço, economia patinando e milhões de desempregados, um ministro pergunta qual é o problema em aumentar a conta de luz. No início do ano, o presidente diz a seus simpatizantes que uma grande crise hídrica estava por vir. E o que foi feito até agora? Pediu para que as pessoas em casa desliguem um ponto de luz e, há tempos, canalizou as energias no voto impresso, sempre usando embasamentos infundados. E o Congresso efetivo na liberação de bilhões ao fundo partidário e não às ações para, por exemplo, desenvolver novas fontes de energia. Brasil ladeira abaixo! Wagner Fernandes Guardia - São Vicente Jogo dos famosos No jogo dos famosos, entre Santos e Flamengo, realizado na também famosa Vila Belmiro, os times jogaram ao som de ritmos diferentes. O alvinegro se movimentou no clássico e lento ritmo de uma valsa de Strauss, cuja dança consiste em dar voltinhas em círculos, sem sair do lugar. Já do lado do Flamengo, o técnico Renato Gaúcho optou pelo Funk carioca, que exige constante agitação e arrojadas movimentações corporais. É lógico que o resultado não podia ser outro; funk 4 a 0. Esse resultado provou que os jogadores do Santos não são bons “pés de valsa”. Orlando Machado - Santos UniSantos Para dirimir dúvida sobre o fato histórico, na matéria publicada sábado, sobre os 70 anos da UniSantos, os nomes ali elencados são os fundadores da Sociedade Visconde de São Leopoldo, mantenedora da universidade e não os componentes da primeira diretoria. A primeira diretoria foi composta apenas pelo bispo diocesano Dom Idílio José Soares e os senhores Mariano Laet Gomes e Hercílio Camargo Barbosa. Qualquer dúvida a respeito, a ata de fundação pode ser consultada na sede da São Leopoldo. Antonio Fernando C. Santos - Santos Apagão energético Na iminência de um apagão energético, é imperioso diversificar a matriz energética. Na sua maioria, nossa energia é limpa, 52% (hidráulica + eólica + solar); porém, existe espaço para a expansão do investimento em eólica e solar. Contudo, envolvem-se interesses econômicos e políticos. Politicamente, criar leis que facilitem a expansão dos novos modelos de geração limpa; economicamente, que haja incentivos fiscais para esta expansão. As empresas geradoras de energia também podem diversificar sua geração, criando um grande parque de geração eólica e solar. Vagner Campos - Guarujá