[[legacy_image_259105]] SaneamentoImportante iniciativa do Grupo Tribuna, no projeto A Região em Pauta, discutindo sobre Água e Saneamento. Entre tantos temas ,em especial, água de reuso. Água de reuso é aquela recolhida da rede de esgoto que sofre várias intervenções até atingir qualidade para uso em diversas atividades, menos a relacionada ao consumo humano. Uma questão que não foi abordada pelas autoridades, o que muito me decepcionou, e merecia um espaço do jornal, diz respeito ao aproveitamento da água de chuva para utilização em outras atividades que não seja consumo humano. Para as novas edificações, há obrigatoriedade de construção de caixa d’água inferior, para recebimento de água potável da Sabesp, tendo em vista a queda de pressão em várias regiões de Santos, ou seja, por falha no abastecimento somos obrigados a construir caixas d’água inferiores. Se, efetivamente, buscassem a economia de bem tão precioso, deveria existir, também, a obrigatoriedade nas futuras edificações de construção de caixas d’água para aproveitamento da água de chuva, para uso na limpeza de quintais, entre tantas outras aplicações. Só no ano de 2022 tivemos 150 dias com precipitações chuvosas. Talvez, e aqui é minha visão, a não abordagem de tema tão relevante se deva a possibilidade de diminuição de arrecadação, seja pela Sabesp ou pelas empresas particulares com a venda da água de reuso, muito mais custoso seu processamento. O aproveitamento da água de chuva criaria a possibilidade efetiva de economia hídrica. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Meio ambienteComo jornalista, sempre gostei muito do programa Cidades e Soluções, com André Trigueiro. Achava que poderia ser um espaço importante em todas as regiões. E agora fiquei muito feliz com a iniciativa do Programa Vai Nessa, da TV Tribuna, ao dar espaço para a jornalista Arminda Augusto com um quadro que tem a mesma missão, aos sábados, uma vez por mês: mostrar iniciativas na área de meio ambiente e sustentabilidade, que podem servir de exemplo para muitos. Parabéns pela iniciativa. Arminda é uma profissional séria, com toda credibilidade para inspirar. Ivani Cardoso - Santos InteligênciasNa semana que passou, o JT1, da TV Tribuna, fez uma pesquisa junto aos telespectadores, perguntando o que era preciso para combater a criminalidade. A resposta vencedora foi a de que deveriam aumentar o número de policiais. Realmente precisamos de mais policiais nas ruas, porém, de nada adiantaria ter policiais dando trombada uns nos outros se não houver um Serviço de Inteligência melhor que o serviço de Inteligência da bandidagem. Às vezes, chego a pensar que mesmo os meliantes não tendo estudado nos melhores colégios e faculdades, agem como se tivessem estudado em países mais adiantados do mundo. Basta ver que eles sabem negociar armas mais letais que as da polícia. Sabem como fazer para armar-se de bombas de grande poder de destruição, na quantidade que precisam para detonar bancos. E tem mais: quando eles são presos, a polícia só descobre o mínimo que eles possuem em seus arsenais. Portanto, quer queira, quer não, a nossa polícia, tratando-se de inteligência, está bem distante da inteligência da bandigem. Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho SelicRoberto Campos Neto, presidente do Banco Central, antes retraído, parece estar gostando da exposição midiática. Rejeito que queira inviabilizar o atual governo, mesmo agradecido ao Messias por tirá-lo do anonimato. Na vida há limite para tudo. Afirmar que a taxa básica deveria estar em 26.5% ao ano para que se pudesse cumprir a meta de inflação foi um disparate juvenil e inapropriado. Os atuais 13.75% já estão apreciados em demasia, prejudicando toda a economia. Campos parece só ter olhos e compromisso com o mercado. Parte dos próprios banqueiros, empresários e industriais já explicitam contrariedades. O crédito bancário está impraticável, cresce o risco de inadimplência, as taxas cobradas são criminosas. Urge que se reduzam os juros, ainda que lentamente, dando início a um processo educativo e emocional. Temos todas as condições para tal. Se a preocupação for o aumento das despesas, o arcabouço fiscal planejado elimina essa possibilidade e ainda oferece com razão e coragem uma recuperação bilionária com o combate às subvenções e engenhocas fiscais oferecidas aos abusadores inveterados do orçamento público. Só nessa direção poderemos, ainda no final deste ano, ter um Brasil melhor, mais produtivo e humano. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos