[[legacy_image_156602]] LaudêmioNo livro As barbas do Imperador, a escritora-historiadora Lilia Moritz Schwarcz explica o motivo da cobrança do laudêmio em Petrópolis. É destinado aos herdeiros da família imperial. Quando do banimento da família, a Fazenda Santa Cruz, pertencente a dom Pedro II, foi invadida e estava localizada onde hoje é a parte central de Petrópolis. Anos mais tarde, os remanescentes da família foram autorizados a retornar ao Brasil. A Justiça determinou a reintegração, porém ela seria impossível, pois a área estava habitada. Como compensação, foi decidida a cobrança de laudêmio a cada venda de imóvel em benefício dos herdeiros. Laudêmio não é taxa de ocupação, que é cobrada anualmente. Creio que a família recebe apenas o laudêmio. Com os governos que temos tido nos últimos anos, fica a pergunta: não teria sido melhor devolver o trono? Cesar Augusto Lopo - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Não tem saídaSe Bolsonaro tivesse tomado partido em favor da Ucrânia, se dessa atitude, compreensível, retaliações, também compreensíveis, por parte da Rússia, penalizassem duramente o nosso agronegócio, com certeza não faltariam vozes de condenação, e os habituais achincalhamentos seriam ouvidos e reproduzidos com veemência. A isso, talvez, alguns denominem altivez. Manoel Loyola - Santos SubsídioEm relação ao caso de greve pelos funcionários da Otrantur em São Vicente, duas observações a serem feitas: primeiro que a sentença da justiça para um número mínimo de ônibus circularem está errada. Isso penaliza os usuários. A frota deveria rodar com a catraca livre, mantendo o número normal de coletivos. Os passageiros não têm culpa do que levou o proprietário dessa empresa a atrasar o salário dos funcionários. Segundo: o prefeito Kayo Amado liberou dinheiro para essa empresa para pagamento dos salários. Errado. O dinheiro deveria ter sido liberado diretamente para a conta dos funcionários. Nada justifica depositar na conta da empresa para repasse. Prova é que o dinheiro foi liberado e o pagamento não foi feito. É difícil ser pragmático, senhor prefeito Kayo Amado? Pedro dos Santos Neto - Santos Maneco, o jornalistaManuel Alves Fernandes, um português, foi durante muitos anos, na Sucursal de A Tribuna em Cubatão, o seu jornalista redator. Noticiou e viu o Polo Industrial daquela cidade crescer, da sua importância no cenário nacional tanto para o trabalho como na economia. Acompanhou o crescimento das indústrias que ali se instalaram. Tive o raro prazer de poder conversar com ele em minha casa, quando por ele fui entrevistado, por eu ser um colaborador da coluna do leitor, escritor e poeta. A matéria foi publicada em 6 de agosto de 2016. Pena que logo depois ele veio a falecer. Como operador, que trabalhou numa das indústrias de Cubatão, a Petrobras, eu sei o quanto ele representava para a divulgação da cidade de Cubatão. Penso que ele é merecedor de uma homenagem maior, pela divulgação que sempre fez dessa cidade. Fernando Martins Braga - Santos ModernidadeDepois que a modernização inventou de colocar gravações ao público, principalmente nos números 0800, a vida dos consumidores virou um verdadeiro inferno. A pessoa pensa que, com esse serviço, suas reclamações serão resolvidas mais rápido possível. Ledo engano. Ao discar o 0800, logo uma voz chata diz: se quer serviço tal, disque 1; se quiser tal serviço, disque 2; se é pra falar disso ou daquilo, disque 3. Agora, se quiser falar com uma de nossas atendentes, aguarde na linha. Daí aquela musiquinha chata começa a tocar. E tome espera! De vez em quando, a musiquinha para e a voz diz: aguarde um pouco que já vamos atendê-lo. E tome musiquinha! Acho que o inventor (a) deste serviço pensa que as suas musiquinhas agradam as pessoas do outro lado da linha. Acho também que eles pensam que aquela espera ‘musicada’ alivia as tensões das pessoas que querem resolver seus problemas. Depois de estar com as orelhas quentes de tanto escutar aquelas musiquinhas , já com fumaça saindo pelo nariz e ouvidos, não conseguimos resolver direito as reclamações. Daí vem a pergunta: será que isto é modernidade? Garanto que preferia a antiguidade. Josemilton de S. Silva - Vicente de Carvalho