[[legacy_image_173011]] GCM em SantosHá dias li artigo do cel. Del Bel discorrendo sobre a Guarda Civil Municipal. Concordo em parte com seus argumentos, no entanto, é necessário reposicionar seus agentes, principalmente na orla da praia, a fim de serem evitados excessos. A grosso modo, a orla de Santos tem aproximados 10 km de extensão. Diariamente vemos abusos e absurdos não visualizados pelos agentes da corporação. Um deles é a presença de desocupados dormindo sobre o gramado, estendendo roupas sobre galhos de árvores como se guarda-roupas fossem. Outro fator são donos de pets que os levam a passear sobre a grama, onde fazem suas necessidades sem que ao menos recolham os dejetos. Não vou aqui discorrer sobre mais abusos, mas de que adianta viatura estacionada próxima à Fonte do Sapo, ficando seus componentes a olhar para a avenida e fazendo vistas grossas aos desmandos por parte da dita população? Bastariam duplas de agentes fiscalizando a orla. Cada dupla gerenciaria 2 km. A corporação disponibilizaria o total de 10 agentes nessa atividade, delegando aos demais em serviço outras tarefas, até como apoio a eventuais anormalidades. Pisar na grama é ou era proibido, com reprimenda a quem desobedecesse, isso entre outros desmandos sob as vistas dos agentes cuja atividade é zelar pelo patrimônio municipal. Creio ser isso, também, competência dos fiscais da nossa Prefeitura. Que o diga nosso zelador. Dinaldo B. Carpenzy - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Manipular imagensComo na Rússia atualmente a censura é feroz, as tevês estatais manipulam com a maior cara de pau imagens como se fossem verdadeiras. Dia desses, uma das TVs mostrou imagens de Mariupol de antes da invasão. Carros, ônibus, metrô circulando, e as pessoas nas ruas andando livremente. Aquele repórter estava dizendo que as notícias e imagens do ocidente eram falsas, pois, como todos podiam ver, a vida estava normal em Mariupol. Na televisão, todo o mundo sabe que existe um sistema chamado do chroma key. que aquele repórter foi gravado com um fundo verde, e assim é inserida a imagem dele, nas imagens antigas, dando a impressão que são atuais, gravadas naquele momento. Assim se faz para que os russos acreditem que as imagens da destruição de Mariupol são mentiras do Ocidente. Quem tiver imagens ou fotos do acordo de não agressão entre Hitler e Stalin, durante a Segunda Guerra Mundial, cuidado para não ser penalizado pelas leis russas. Fernando Martins Braga - Santos CNBBAs coisas não vão nada bem no leste europeu: dois meses de guerra e centenas de mortes, inclusive de crianças. Parece coisa de anticristo. O mundo continua falando e não fazendo nada... até quando? Sabem o que está parecendo? Que o russo está jogando “game” e se divertindo. As grandes potências estão fazendo as mais diversas sanções, e ele continua se divertindo, até quando? Quantas mortes ainda precisam acontecer? Isso me fez lembrar do Egito, nos tempos dos faraós. Ninguém conseguia deter o faraó, não tinha ninguém que o fizesse mudar a cabeça, somente as pragas que foram mandadas por Deus, e quase nem elas resolveram. Não estamos em época de pragas, sanções não resolvem, como não resolveram. Acredito que, para um anticristo, somente um cristão, com toda sua divina força, deve bastar, o nosso apóstolo maior, o papa Francisco. Com o papa Francisco e muita oração, a guerra chega ao fim. Sou um cristão que acredita. Carmine Mario Buonfiglio- Santos SocioambientalA ONU emitiu suas diretrizes socioambientais a todas as nações que a integram. São, portanto, estratégias que deveriam direcionar tais nações ao bem-estar de suas populações. Para cada uma delas, se desenvolveria táticas para o seu atingimento, dentro de competências federais, estaduais e municipais. Espera-se então, que planos sejam desenvolvidos e que sejam exequíveis e alcançáveis pelos membros da federação. A Prefeitura de Santos optou por mandar um projeto de lei à Câmara, que promulgada passará a ser política pública obrigatória e permanente. Mas será exequível o município ser capaz de erradicar a pobreza, que dada a sua abrangência é uma tarefa federal? A distribuição de cestas básicas não reduz a pobreza, é paliativo até que a população passe a usufruir de um crescimento econômico dirigido pela esfera federal. E outras, como água potável e saneamento, paz, justiça e instituições eficazes, já são obrigações implícitas que cada governante tem ao assumir o seu cargo. E seguem-se as demais que são ótimas intenções morais já incorporadas ao nosso dia a dia, e não objetos de lei a ser promulgada. Em suma, parece que o que estamos assistindo é um plano de marketing da Prefeitura e não um plano tático. Ademir Alonso Rodrigues - Santos