[[legacy_image_234723]] MotoqueirosNo final do ano passado e começo deste, “motoqueiros empinadores” abriam os escapamentos de suas motos e, principalmente durante as noites, faziam das pacatas ruas do bairro pistas para disputas de empinação de motos. Na época, eu ligava para a polícia, no 190, e quando atendiam, falavam para ligar para o nº 153 da Guarda Civil Municipal, que mandava ligar ao contrário. Pois bem... Já que não resolviam o problema, o melhor a fazer era fechar portas e janelas, e se acostumar com a barulheira. Daí surgiu numa esquina uma faixa ameaçando quem empinasse ou promovesse barulho. Faixa essa que diziam ter sido posta pelos “patrões do tráfico”. Passado quase um ano, os motoqueiros empinadores voltaram a infernizar os bairros. Acho que vamos ter que aguardar que os “patrões” tomem novamente as devidas providências, fazendo com que os motoqueiros empinadores voltem a respeitar os moradores do próprio bairro. Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! AbandonoInúmeros leitores deste periódico cobram, corretamente, dos poderes públicos e da Santa Casa a restauração do emblemático conjunto arquitetônico do Escolástica Rosa. Ao ler as manifestações, refleti sobre outro conjunto de prédios também voltado à Educação: o Senai. Locais privilegiados, um dos metros quadrados mais caros da Baixada Santista, terreno de proporções vistosas. Em que pese o tombamento do conjunto de prédios do Escolástica Rosa, não seria difícil dar aquele jeitinho para manter o tombamento apenas sobre o prédio principal, liberando o resto da área para especulação financeira. Estariam todos aqueles citados nas diversas manifestações, coniventes com o “derretimento”, até virar pó, aguardando a transformação do sítio histórico em um vistoso e cobiçado terreno? Esperemos que não. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Simbiose perfeitaA verdadeira natureza de Deus está personificada na criação. É uma relação intrínseca ao criar o ser humano à sua imagem e semelhança. E através do livre arbítrio, propiciar que um objeto esférico ou arredondado possibilite o surgimento do balípodo. Essa é a simbiose perfeita (4 letras): Deus (criador), bola (criatura), gratidão eterna. José Roberto Ferreira - Santos O ReiExcelente o caderno especial com que A Tribuna brindou seus leitores e assinantes com as maravilhosas reportagens sobre o Rei do Futebol, o querido Pelé, que deu exemplo de superação a um jovem, ao se tornar um grande ídolo internacional do futebol. Também importante o editorial de A Tribuna sobre o retrato da Baixada Santista e o artigo da escritora Regina Alonso sobre o despertar para a vida. É sempre válido lembrar que a morte não interrompe a vida e que o espírito é imortal e que temos sempre que nutrir bons sentimentos, como os que deixaram exemplos dignificantes como o Rei Pelé. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania O estádioSou assinante deste jornal há muitos anos e gostaria de deixar expressos meus sentimentos aos familiares, amigos e todos que amam o futebol, ao Atleta do Século 20, Rei Pelé. Sendo assim, por que não se faz uma homenagem à altura de sua grandeza? Com a reforma da nossa Vila Belmiro, poderia ser feito, através da anuência do presidente, Conselho Deliberativo do Santos, bem como a Construtora W Torre, uma coroa em toda a cobertura do estádio. Acredito que não afetaria muito o orçamento da construção. Aí, sim, seria uma lembrança eterna. Descanse em paz! João Carlos Gomes Costa - Santos A fotoEm 2005, Pelé demonstrou interesse em fazer um centro de treinamento em Guarujá e o prefeito à época, Farid Madi, abriu as portas para que isso se concretizasse, mas, infelizmente, alguns vereadores vetaram. Sou funcionário de carreira em Guarujá e ocupava o cargo de diretor de finanças quando fui convidado por um colega de trabalho para levar um documento no escritório de Pelé. Fomos recebidos por Pepe Altstut, que ficou conversando com o meu colega, e aproveitei para conhecer a sala de conquistas do Rei que ficava ao lado. Fiquei maravilhado e comentei com Pepe que era apaixonado por Pelé. Ele me disse para esperar que iria me dar um presente. Imaginei que ele me daria uma camisa do Santos. Ele voltou e junto com ele estava o Atleta do Século 20 em carne e osso. Fiquei petrificado, não sentia minhas pernas e minha boca secou. Aquele homem que eu tanto amava estava na minha frente e eu não conseguia articular uma frase. Ele me cumprimentou, comentou que Robinho tinha sido vendido para o Real Madrid e me convidou para sentar ao seu lado no sofá. Me perguntou sobre a área que estava para ser cedida para ele e lhe falei que o espaço era ótimo. Já no carro, foi que percebi que não tinha tirado uma foto com o meu eterno ídolo. Mas ele está guardado para sempre na minha memória. Jorge Silveira - Santos