Tribuna do leitor - 9 de janeiro de 2021

Na edição deste sábado (9), participações Valter José Vieira, Ademir Alonso Rodrigues, Uriel Villas Boas, Horacio Antonio Torre, Arlindo Caseli de Oliveira e Paulinho Alfaiate

Por: Da Redação  -  09/01/21  -  09:15

Não queremos


A evasão fiscal atinge bilhões. A sonegação existe e continuará existindo, incentivada pela alta tributação. Portugal, ao instituir o "quinto", viu movimentos revoltosos aumentaram por toda colônia, a favor da independência. Os contribuintes continuam pagando o que não cabe em seus bolsos e a fome, a miséria e o analfabetismo atingem 50% da população. Os gastos públicos com funcionários alcançaram montantes absurdos e não se fala em redução efetiva de custos. Não queremos regimes socialistas, com administração centralizada, tão pouco queremos a democracia que vivemos.
Valter José Vieira - São Vicente


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Exercíciode cidadania


Esperando o semáforo para pedestre no cruzamento da Rua Oswaldo Cruz com a Av. Dr. Epitácio Pessoa, notei a frondosa árvore quase em frente a uma farmácia. Lembrei que há três anos, quando ali passava, uma equipe da Prefeitura tinha cortado todos os galhos grandes e se preparava para cortar o tronco, de quase uns 2 metros de diâmetro. Havia um alvoroço, com um muitas pessoas, comandadas por uma senhora, que discutiam com aquela equipe, impedindo o corte da árvore. Disseram-me que a alegação deles era de que a árvore estava podre e que poderia cair sobre a farmácia. O grupo dizia exatamente o contrário e lutava pela preservação dela. Fiquei observando, principalmente, aquela senhora que defendia seu ponto de vista, até que a equipe desistiu e se retirou. E hoje, a árvore está mais bonita que nunca, pois parece que a poda de seus galhos, quase um prenúncio de sua morte, lhe deu mais vida. O sombreamento está de volta graças àquele grupo e, principalmente, àquela notável senhora, que talvez, sem perceber, exerceu sua condição de cidadã, defendo uma simples árvore. Fico pensando como seria bom se essa atitude fosse a regra e não, a exceção. O Brasil seria melhor. Ademir Alonso Rodrigues - Santos


Quadro negativo


A crise na Saúde provoca reflexos na empregabilidade, um importante setor. O problema aumenta porque temos um nível salarial não condizente nas mais diferentes categorias, o aumento da tecnologia sem uma preparação adequada e a pressão do capitalismo internacional, que aproveita a mão de obra impondo regras e gastando menos do que em seus países de origem. É uma situação que exige participação e planejamento para mudar este quadro negativo.
Uriel Villas Boas - Santos


Aferição de temperatura


Um verdadeiro absurdo está acontecendo nas entradas do shopping Parque Balneário. A temperatura das pessoas está sendo aferida na testa e não adianta solicitar que seja em outra parte do corpo. Se não for aferida na testa, a entrada não é autorizada. É de conhecimento que a temperatura pode ser medida em qualquer parte do corpo, tanto é que em todos os locais que frequento é medida no pulso. Por que nesse shopping existe tal exigência?
Horacio Antonio Torre - Santos


Menos besteira


O Santos F.C. começou o ano passado destruído e chega a este ano disputando a final da Libertadores. O país começou o ano passado com expectativa de melhorias e chega a este ano como, disse o presidente, quebrado. Enfrentamos essa pandemia e quem enxergou, aprendendo algo, sobreviveu e está pronto para a luta que continua, para executar novos planos com sabedoria e não, com teimosia. Para melhorar um time, é preciso mudar o esquema de jogo que não está dando certo ou, então, trocar de técnico. Cabe a diretoria e aos sócios escolherem o melhor caminho e votarem corretamente nas suas eleições. Há sempre uma luz no fim do túnel, desde que se abram os olhos, ouçam os entendidos e falem menos besteira.
Arlindo Caseli de Oliveira - Santos


Profissionais da costura


Bela e justa a homenagem desse jornal aos profissionais da costura. Escolher o tecido, tirar medidas, cortar, costurar, arrematar, passar e entregar para o freguês são etapas dessa profissão. Reforma de roupas, troca de zíper e confecções de máscaras são algumas alternativas que ajudam na renda de muitos autônomos, que perderam seus empregos devido à pandemia. A única exigência é o amor pela costura, que une a vocação com a necessidade e ajuda na renda e sobrevivência de muitas famílias.
Paulinho Alfaiate - São Vicente


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