Prioridade Tenho 65 anos, portanto, faço parte do grupo chamado de “melhor idade”. Vejo que atualmente estão sendo vacinadas as pessoas com 68 anos. Parece que a minha vez está próxima. Porém, tenho visto diversas entidades e associações requerendo e entrando na justiça pela prioridade de vacinação de sua categoria. Iniciou-se com o pessoal de enfermagem, que não se discute de sua real necessidade. Eles merecem. Depois, vieram os policiais militares e agregados. Agora, reivindicam os portuários, o pessoal da limpeza, os bancários, os agentes sociais, entre outros. Se continuar assim, os integrantes da melhor idade vão ter que abrir um sindicato, e entrar na justiça, para ter seu direito de prioridade restabelecido. AGOSTINHO JUSCELINO DE FREITAS – SANTOS Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Desvalorização Estou indignada com a desvalorização da classe médica veterinária. Somos serviço essencial, estamos trabalhando sem parar, todos os dias, por todo o período da pandemia. E fomos excluídos da lista de profissionais da saúde. Nosso Conselho Regional de Medicina Veterinária já entrou com uma ação judicial e mandou ofício para o Governo do Estado de São Paulo, para o Ministério da Saúde e para as prefeituras do Estado de São Paulo. Mas, nada se revolveu até o momento. Nós, médicos veterinários, atendemos tutores com seus pets. Somos, sim, da “Saúde Única”. Somos essenciais, temos o dever de trabalhar e nos arriscar. Então, nada mais justo do que ter o direito de estar no grupo prioritário de vacinação conta a covid-19. CLARISSA MARIA MEIRA VILLANI CREDIE – SANTOS Nova escola A Prefeitura de Santos precisa agilizar a documentação para que a construção da nova escola do Senai, na Ponta da Praia, se realize efetivamente. Antes que o presidente da Fiesp tenha uma nova crise de amnésia, igual a que aconteceu há sete anos, quando não havia crise econômica, e ele mandou derrubar a antiga escola. Prejudicou seriamente o futuro de muitos jovens que, hoje, poderiam ter mais oportunidades na vida. A Prefeitura também deveria tentar fazer uma parceria com Senai e o seu polo tecnológico. Afinal, somos ou não uma cidade criativa? Não podemos perder esta rara oportunidade. Cabe a nossa sociedade e aos jovens, em especial, lembrá-lo sempre, em todos os momentos sobre a nova promessa. A digitalização está aí para isso. FERNANDO MARTINS BRAGA – SANTOS Corte de energia Acho que a população também tem uma grande parcela de culpa na situação de colapso na Saúde em que vivemos e as aglomerações em festas clandestinas são o grande exemplo. Mas, em nome de muitos moradores do Estado de São Paulo, pergunto se cortar a luz é essencial. Não é possível que, em uma situação como a atual, em que muita gente está perdendo emprego ou está com renda menor, alguém não tenha a sensibilidade de proibir esta aberração. Já não basta o corte da gratuidade no transporte coletivo para pessoas de 60 a 64 anos, quando estão precisando ainda mais? Independente de poderem ou não sair, muitos precisam complementar as suas rendas. Fica aqui meu alerta aos prefeitos das nove cidades da Baixada Santista, para tomarem uma atitude, cada um em seu município, para que as empresas concessionárias parcelem as dívidas dos munícipes. Estão lidando com pessoas honestas, que irão honrar suas dívidas e, mesmo que já haja um parcelamento, que refaçam a negociação. Isto é um ato de humanidade. GILBERTO SILVA – SANTOS Mariposas Se não bastassem os problemas sanitários que enfrentamos, as famosas mariposas invadiram residências na Baixada Santista em grande quantidade, levando as pessoas ao pânico. Nesta época, não é comum o aparecimento de mariposas, mas, talvez, exista um desequilíbrio ecológico na região. Elas não atacam, mas podem causar alergias em animais e seres humanos. O aumento da temperatura nas últimas semanas pode ter contribuído para a sua reprodução, pois esse inseto precisa de calor para colocar seus ovos e para eles eclodirem. Como as mariposas gostam de luz, ao aparecerem, temos que apagá-las e manter as janelas abertas, para que possam sair do ambiente. CELSO FILETTI - SANTOS