[[legacy_image_208944]] Injustificável Quanto mais leio, mais entendo os métodos ou pensamentos dos seguidores do inquilino do Palácio do Planalto. O Sr. Evandro Duarte, num malabarismo invejável, tenta justificar a insensibilidade do atual presidente, comparando as guerras causadas pelos EUA com a ignomínia causada pelas falas, gestos e atos do atual mandatário do País. Mas em um ponto acerta o Sr. Evandro: os EUA, nas guerras citadas pelo missivista, não deveriam ir à ONU, deveriam se envergonhar de terem infligido tanto sofrimento aos povos, assim como o representante mor ao negar, ao seu próprio povo, a compra de vacinas, ao forçar a chamada imunidade de rebanho, ao “e daí? Quer que eu faça o quê? Não sou coveiro! Manda sua mãe comprar!” Quando imitou uma pessoa com falta de ar ou, ainda, nas suas 6.276 declarações falsas ou distorcidas. Creio que o missivista Sr. Evandro seja temente a Deus, e a ele e aos que compartilham da ideologia bolsonarista. Sim, nós choramos nossos mortos e às suas memórias digo: “Que Deus tenha piedade da alma do seu presidente!” Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Incrédulo Causa incredulidade ao ler nessa conceituada coluna alguns sectários do morador do Palácio do Planalto vir aqui se dirigir aos contrários do atual Governo como "ridículos". Quero crer que esses leitores tenham uma certa limitrofia, não conseguem entender palavras ditas pelo próprio presidente Bolsonaro, sempre quando questionado pelos jornalistas sobre o número de mortes no Brasil (na época 2.575 óbitos/média diária) e se recusando a comentar, limitando-se apenas a dizer: "e daí, não sou coveiro". Como se não bastasse tal comentário, ele imita uma pessoa com falta de ar. Não é possível convencer um fanático de coisa alguma, pois suas crenças não se baseiam em evidências, baseiam-se numa profunda capacidade de acreditar. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Desestatização Eu e todos os aposentados e empregados da antiga Codesp gostaríamos muito que junto com todas as notícias sobre este assunto fosse também divulgada de forma clara e transparente como ficará a situação do Portus neste processo. Aguardamos ansiosos matérias esclarecedoras sobre este tema, com a mesma ênfase que são divulgados outros tópicos sobre a privatização. Wagner dos Santos - Santos Força da nação A verdadeira força de uma nação está no seu povo vivendo com dignidade, e não de esmolas em período eleitoreiro. É mister termos o despertar do nosso idealismo democrático de toda uma população de norte a sul desse país, combatendo e se expressando de forma pacífica através do voto eletrônico: contra a corrupção reinante, o negacionismo científico, as fake news não punidas adequadamente e outras irregularidades permitidas pela fragilidade das leis. Uma Pátria amada se faz com: disciplina, emprego, saúde e educação e não com “armas nas mãos”. Está mais do que na hora de termos novamente: Ordem e Progresso. Arlindo Caseli de Oliveira - Santos Nosso patrimônio A pergunta que não pode calar: como nós, moradores e turistas, podemos frequentar com segurança o Parque Municipal Roberto Santini, se até o seu monumento símbolo é pichado, sem a intervenção presencial de quem deveria estar zelando por ele? Por sermos a mais importante cidade turística de nossa Baixada é preciso que nossas autoridades competentes e eficientes cuidem e olhem com mais atenção os nossos patrimônios. Marisa Aparecida Fellipe de Oliveira. Regina Alonso Não conheço pessoalmente Regina Alonso mas espero que ainda haja tempo para isso, pois tenho muita admiração pelo que ela escreve, mostrando a soma de talento com sensibilidade. Seus trabalhos adicionam qualidade à nossa A Tribuna e sempre nos ensina algo mais. Longa vida, saúde, paz e felicidade é o que lhe desejo. Rubens Miranda de Carvalho – Santos