[[legacy_image_258822]] Dia do JornalistaO Dia do Jornalista, comemorado em 7 de abril, foi instituído em 1931, por decisão da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), como homenagem ao médico e jornalista Líbero Badaró, morto por inimigos em 1830. Ele era oposicionista ao imperador dom Pedro l e criou o Observatório Constitucional, jornal independente que focava em temas políticos até então censurados ou encobertos pelo monarca. Badaró defendia a liberdade de imprensa e morreu em virtude de suas denúncias e sua ideologia, que contrariava os homens do poder. A morte de Badaró alimentou ainda mais a crise que começava a se instaurar no império de dom Pedro l. A revolta de populares e políticos que eram contra a repressão do monarca foi um dos fatores que levaram à renúncia de dom Pedro l, em 7 de abril de 1831. Parabéns a todos os jornalistas do Brasil. João Horácio Caramez - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Beethoven e MarcosA divertida e comovente matéria sobre a aposentadoria do nosso Beethoven me deixou com o coração apertado. Eu e uma infinidade de vizinhos vamos sentir muita falta dele, que por diversas vezes nos deu carinho, de graça, algo que é habitual nesses seres especiais. No que pese a benção que foi termos conhecido nosso cãomigo, essa história talvez não existisse se não fosse a dedicação de alguns funcionários do posto, notadamente do tutor, Marcos Araújo. Como reconhecido na matéria, a dedicação dele sempre foi extrema, retribuindo todo o amor do nosso Beethoven. Sempre foi gratificante ver o Marcos passeando e dando carinho, diariamente, ao homenageado e aos demais companheiros que formam essa família. Por fim, desejo uma feliz e merecida aposentadoria, com muitas brincadeiras, dessa estrela que sempre se dedicou em agradar ao próximo. Ao Marcos, agradecemos por tudo que faz para esses fantásticos seres. André Costa Del Bosco Amaral - Santos Decadência do futebolNa Portuguesa Santista tínhamos a lenda Papa, técnico que na peneira fazia uma fila de meninos e jogava a bola. Na matada, já tirava metade. Em seguida, pedia pra cada um fazer a famosa embaixada ou lelê. Mais uma parte já ia embora. Aos restantes, perguntava qual sua posição. Se falasse qualquer uma, já tava fora pois não era ele que ia adivinhar. Os que sobravam iriam receber o preparo do mestre Papa. Talvez os erros de fundamento futebolístico estejam na base, que prioriza o preparo físico antes da habilidade. Sérgio Da Rocha Soares Filho - Santos PortosLendo o brilhante artigo escrito por Rodolfo Amaral e Verônica Mendrona, “Portos, da euforia à realidade”, me fez ver como reage o lado lúdico das pessoas ao receber uma notícia que avidamente esperava. A recriação do Ministério dos Portos e Aeroportos pareceu, àqueles, a redenção dos portos, particularmente, o de Santos. Mas, os articulistas explicaram que no período de 1997 a 2002 os portos perderam investimentos, previstos em orçamentos, no montante de R\$ 11.3 bilhões, sendo R\$ 3.4 bilhões para Santos. Para 2023, há investimentos orçados, pelas companhias docas, em R\$ 1.2 bilhão, sendo 95.6% de recursos próprios e apenas R\$ 51 milhões da União. Isto porque o orçamento daquele ministério para 2023 é de R\$ 445.2 milhões, sendo que R\$ 140 milhões destinados à Infraero. A tarefa, então, beira a série Missão Impossível e a recriação do ministério parece um prêmio de consolação ao político que não conseguiu se reeleger, iludindo aqueles que esperam, por anos, investimentos portuários. Ademir Alonso Rodrigues - Santos Nomeação de ministrosEstabelece a Constituição, em seu Artigo 2º: “São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário”. O mesmo texto estabelece no Capítulo III, em seus artigos de 92 a 129, a estrutura do Poder Judiciário. No Artigo 101, parágrafo único, “os ministros do Supremo Tribunal Federal serão nomeados pelo Presidente da República, depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado”, onde o indicado é sabatinado. Não sei se posso dizer que seja uma contradição. Parece-me que esta forma de escolha retira a independência do Poder Judiciário para nomear os ministros do STF. Não se fala aqui nos requisitos exigidos, conduta ilibada, notório saber etc. dos indicados até agora, mas a nomeação política pode inferir uma suspeição jurídica, pois o indicado e aprovado pode ficar dependente do seu “padrinho político”. Quer me parecer que seria mais justo e manteria a independência dos Poderes da União que o Poder Judiciário escolhesse seus candidatos a ministro do Supremo por meio de indicação de três desembargadores dentre as autoridades máximas judiciárias nos estados membros e Distrito Federal e na forma da composição constitucional do Poder Judiciário (Artigo 92 da Constituição de 1988). A indicação seria feita em lista tríplice e aprovada pelo Pleno do STJ. Espero que o presidente da República e o Congresso tenham essa sensibilidade. Nívio André de Rezende - Santos