(FreePik) O Mundo hoje encontra-se em constante transformação e desenvolvimento econômico, social e, principalmente, tecnológico, países já desenvolvidos, países em desenvolvimento, os chamados “emergentes” e aqueles do terceiro mundo, com níveis de crescimento muito baixos. Esses países fazem seus planos, sempre com objetivos de crescimento e desenvolvimento necessários a atender às carências de seus povos. Porém, misturam objetivos e interesses das pessoas e grupos que participam de sua elaboração de tal maneira, que nem sempre suas metas são totalmente atingidas. Apesar disso, há desenvolvimento. Nos últimos cem anos crescemos tecnologicamente e cientificamente mais do que o tempo que conhecemos de vida na Terra. Entretanto, esse crescimento tem tido um custo muito alto, custo esse refletido na violência, corrupção e miséria. Violência das guerras entre países, (Russia e Ucrânia, Israel e Grupos Terroristas), gueras urbanas (Rio de Janeiro), corrupção envolvendo políticos e governantes, miséria na África e no nordeste brasileiro, são só alguns exemplos do que ocorre no mundo. Como consertar? Como modificar isso para melhorar a vida no planeta? Sem dúvida nenhuma, tudo pode ser melhorado e essa mudança depende exclusivamente das pessoas. As soluções para os problemas vêm a curto, médio e longo prazo. As guerras entre os países estão sujeitas às decisões dos seus governantes. A corrupção a ser extinta, principalmente no Brasil, está relacionada à mudança cultural de alguns políticos, que só conhecem a “Lei de Gerson” e votam por interesses pessoais e não em prol da sociedade como um todo. O combate à miséria depende de planos elaborados pelos homens, envolvendo investimentos na educação, habitação, saneamento básico, saúde e emprego. A vontade humana decide os destinos da sociedade, seja ela qual for. O homem querendo, modifica o ambiente em sua volta. Portanto, depende de cada um de nós melhorarmos a vida no Planeta, com nossas atitudes individuais, nossos compromissos com a Verdade e com o comportamento sério e honesto. Quando todos pensarem assim, individualmente, resistindo às pressões de grupos outros que não sejam do interesse da sociedade, o mundo, sem dúvida, será melhor para todos nós, para nossos filhos, netos e aos que virão. A empatia será priorizada e as relações humanas serão incentivadas e valorizadas. O diálogo será construtivo, buscando entender antes de ser entendido. A disputa dará lugar à cooperação. Como dizia o Papa Francisco: “Construa pontes em vez de muros”. A esperança prevalecerá sobre o medo. *Ary Silveira da Rocha Filho. Economista e administrador de empresas