[[legacy_image_285053]] Impunidade Os casos de indicativos de corrupção estão se avolumando diariamente, como vemos pela imprensa. Militares evidentemente corruptos se apresentam fardados para interrogatório numa clara tentativa de intimidação; o bem-vindo PIX servindo para lavagem de dinheiro; gente presa recebendo normalmente os seus vencimentos sem a contrapartida necessária; políticos ameaçando de morte autoridades. Enfim, quando é que alguém, em vez de ficar abrindo processos infindáveis, vai aproveitar e fechar alguns colocando esta gente obviamente marginal na cadeia? O cidadão comum já não suporta mais tanta afronta diária sem respostas adequadas. Nicola Granato - Santos Juízes Com salários altíssimos, metade dos juízes do País ganha mais do que os ministros do Supremo e o conjunto completo da nossa sociedade, incluindo o setor privado. Isso representa a metade dos magistrados cujas folhas de pagamento estão disponíveis no sistema do CNJ. O maior pagamento foi de R\$ 914 mil. E eles conseguem atalhos e subterfúgios imorais, porém legais, graças ao entendimento dos seus pares e do CNJ. Burlam assim o Teto Constitucional, que é aplicado aos demais servidores, onde eles são exceção à regra. São os verdadeiros marajás da Justiça e da galáxia. Uma afronta para um país onde o salário mínimo é de R\$ 1.320,00 e a média salarial, de R\$ 1.600,00 para os pobres mortais, mesmo aqueles que possuem formação universitária, pós-graduação e doutorado. Rafael Moia Filho - Bauru Canteiro de obras O que pretende o senhor prefeito com a abertura de tantas frentes de obras? Avançar para o ano eleitoral? Não bastasse a execução interminável do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), a Cidade se tornou um verdadeiro canteiro de obras, interferindo na mobilidade da limitada área urbana. Desde o viaduto do Centro, passando pela ponte do Canal 1 até a Rua Azevedo Sodré e, agora, com intervenção na Joaquim Távora. Mais de um mês após o início na Azevedo Sodré, só entregaram uma quadra, um absurdo. São importantes interligações entre bairros que deveriam ter o mínimo de bloqueios. Eliminaram pontos de estacionamento, inclusive para idosos, na Avenida Conselheiro Nébias sentido Centro sem necessidade, privando pessoas de levar filhos à escola, ir à missa, às compras, ao banco ou à farmácia, inventando conversão à esquerda para a Minas Gerais, que nunca existiu, estendendo proibição no trecho, sendo que a Azevedo Sodré, rua com intervenção, fica na pista sentido praia. Com atuação mínima de mão de obra, procura-se estender os trabalhos até que venham as chuvas para justificar o atraso que certamente acontecerá, em vez de aproveitar o tempo seco do inverno. A população não esquece. Roberto Xavier - Santos Ausência parlamentar Lendo A Tribuna, na matéria que fala sobre as ausências dos deputados nas sessões da Câmara Federal, fico a pensar: o que dá direito ao parlamentar de faltar ao seu “serviço”, que lhe foi dado pelo povo? Será que esse político pensa que já que o povo lhe deu o mandato ele pode fazer o que quiser? Será que não há uma maneira de levar o parlamentar, eleito com o voto do cidadão, a pagar pelo seu menosprezo? Nessa matéria, vemos que o deputado federal Junior Lourenço (PL-MA), das 56 sessões que teve, faltou em 15, sem justificativa, e ficou por isso mesmo. Se ele perdeu (deixou de receber R\$ 16.372,22, gostaria de ver a cara de preocupado desse senhor, que ganha uma mixaria de R\$ 41.650,92 por mês. Mesmo pagando multas, esse parlamentar está se lixando. Será que se os deputados recebessem por base o salário mínimo, por mês, quantos dias eles estariam presentes na Câmara dos Deputados? Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho Bala ou amor O Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a decisão do ministro Gilmar Mendes que havia determinado a suspensão do julgamento de todos os processos em curso na Justiça sobre o Decreto 11.366/2023. A norma suspendeu os registros para aquisição e transferência de armas de fogo e munições de uso restrito por caçadores, colecionadores, atiradores (CACs) e particulares e a concessão de novos registros de clubes e escolas de tiro. O placar foi de 10 a 1. O único a votar contra foi o terrivelmente evangélico ministro André Mendonça. Fico aqui a pensar: será que Jesus mandou meter bala em vez de amar o próximo? Gilberto Pereira Tiriba - Santos