[[legacy_image_274561]] Construção social O aprimoramento das virtudes que o ser humano traz de berço deve ser amparado, cultivado, adquirindo novos conhecimentos e conceitos na convivência dentro de uma sociedade, na qual a sua efetiva e benéfica participação é fundamental. Hoje, presenciamos um total desamparo ao ser humano menos favorecido, famílias desintegrando-se por motivos banais, jovens no consumo de drogas, violência, vaidade, preconceito em função das aparências, gênero, e orientação sexual e religiosa, banalização de toda atividade ilícita, autoridades e políticos dando mau exemplo. Neste mar de lama, temos que valorizar e ampliar a participação dos voluntários das entidades religiosas e sociais bem intencionados, dar acolhimento, segurança, atendendo carências sociais, enfim, dar amparo e ouvido, para que possamos ter uma melhor sociedade com a atuação dos abnegados construtores sociais. J.A.Nogueira de Sá - Santos Omissão No Congresso Nacional, existem 104 mulheres com poderes para criar leis mais duras contra a violência doméstica sobre as mulheres (existe violência doméstica contra os homens, mas não é o caso nesse momento). Até agora, absolutamente nada foi feito para efetivamente reverter esse quadro. Apenas leis paliativas. Tanto que, pela estatística, aumentou o número de feminicídios. Duas conclusões: omissão ferrenha por parte dessas congressistas e categoria desunida. Com isso cria-se um neologismo: o “omissídio”, que significa crimes ocorridos por omissão daquelas (e daqueles também) que deveriam zelar pela segurança da mulher mas não o fazem. Pedro dos Santos Neto - Santos Amigo Texto do infectologista Evaldo Stanislau, na sua visão, define uma série de situações em que enxerga diferenças, equívocos e não acolhida aos que votaram no Lula, não por simpatia, mas contrário às catástrofes do governo anterior, como bem disse o médico. Na minha visão, tantas foram as catástrofes que fica difícil saber por onde começar. Elenca situações em que o presidente Lula precisaria de um amigo para chamar sua atenção. O que acontece quando olhos turvos pela ignorância e mentes com sinapse reduzidas não conseguem interpretar um texto? Correm a escrever uma carta, já arvorando abandono de barco, fogo amigo e outros devaneios. Stanislau assim finaliza sua carta: “Torço muito pelo seu sucesso e seguirei trabalhando por ele, mas faz parte disso fazer uma crítica construtiva”. Para finalizar, trago uma definição que bem casa com a missiva de Stanislau: “Amigo é aquele que, quando necessário, fala pra você o que você precisa ouvir, não o que você quer ouvir". Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Toninho CamposNo artigo Histórias do Surfe, de Gabriel Pierin, publicado terça-feira neste jornal, o articulista exalta a trajetória do multi-instrumentista do surfe e da arte Toninho Campos. Santos deve muito a esse empreendedor que colocou a cidade num circuito cultural efervescente e frenético. Sua simbiose com o cinema e bandas de rock proporcionou várias apresentações importantes, como Paralamas do Sucesso, Legião Urbana, Titãs, Capital Inicial, Barão Vermelho, entre tantas outras. Este panorama, que nos dias atuais seria quase impossível acontecer, é obra de um empresário apaixonado. Obed Zelinschi de Arruda - Santos Agradecer e refutar Três colunas diversas, no último dia 13, do centenário jornal A Tribuna, nos remetem a sentimentos diferentes. A primeira, “O trio que dá certo”, na visão mais contemporânea possível, o “eterno e sempre profissional da educação – o professor”, nos mostra o contexto muito atual, que são as dificuldades no relacionamento aluno/professor/família com o advento das redes sociais e sequelas de quase três anos de reclusão por uma pandemia avassaladora na exposição do professor de Educação Física José Roberto Chiarella, que aqui parabenizo. Nas demais, “A estadania sob o Governo Lula” e “Estranho País”, de Gaudêncio Torquato e Percival Puggina, apenas o lamento, pois se torna nítido em ambas a única intenção de atacar não somente o governo do atual presidente Lula, eleito legitimamente e com apenas cinco meses de mandato, mas também a nítida intenção de atacar os demais governos petistas. Infelizmente, o espaço aqui é extremamente exíguo para detalhamento da afirmação acima, então, proponho aos interessados que pesquisem em quais períodos o Brasil esteve ranqueado positivamente no cenário mundial e quais períodos com menos desigualdades e mais conquistas sociais obtidas. Acredito que a maioria já saiba. E não observei nenhuma alusão ao desastroso governo próximo passado, em que os atrasos e atrocidades nos causaram terror, mortes e incomensuráveis retrocessos.Vitor Batista Pinto Junior - Bertioga