(Gerada por IA) Infelizmente é comum vermos prefeituras aumentando o número de secretarias para acomodar cargos de políticos e partidos aliados visando a manutenção de um projeto de poder em detrimento de um projeto de cidade. Essa prática tem graves consequências para a população, que na ponta acaba sofrendo com a falta de insumos, infraestrutura precária, represamento em consultas e exames e um desenvolvimento urbano estagnado. Quando uma prefeitura cria secretarias apenas para acomodar políticos e partidos aliados, ela acaba tendo que desviar recursos que seriam utilizados para melhorar os serviços essenciais à população, como saúde e educação, dentre outros. A ausência de insumos e a infraestrutura precária impactam diretamente a qualidade de vida da população. Hospitais sem medicamentos, escolas com salas superlotadas, ruas esburacadas e falta de serviços básicos são apenas alguns dos problemas enfrentados por quem depende do serviço público para viver. Isso gera um ciclo vicioso de precariedade, onde a falta de investimentos impede o desenvolvimento da cidade e a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos. Além disso, a criação de novas secretarias não vem acompanhada de um planejamento estratégico adequado. Via de regra os novos órgãos acabam sendo criados apenas para atender interesses políticos e não para melhorar efetivamente a gestão pública. Isso leva a uma administração inchada e ineficiente, onde a quantidade de cargos não se reflete em uma melhoria na qualidade dos serviços prestados à população. É importante ressaltar que a qualidade na gestão pública não está relacionada à quantidade de secretarias ou cargos políticos, mas sim à eficiência na utilização dos recursos públicos e na prestação de serviços de qualidade à população. Uma gestão eficiente e transparente, que priorize o bem-estar dos cidadãos e o desenvolvimento sustentável da cidade, é fundamental para garantir uma administração pública de qualidade. Portanto, é imprescindível que os gestores públicos pensem no interesse coletivo e não apenas em interesses políticos e partidários ao decidirem pela criação de novas secretarias. Em suma, aumentar secretarias em uma prefeitura apenas para acomodar cargos de políticos e partidos aliados não é uma prática saudável para a gestão pública. Isso acaba prejudicando quem mais precisa dos serviços públicos, gerando uma administração inchada e ineficiente, e impedindo o desenvolvimento da cidade. É fundamental que os gestores públicos priorizem o interesse coletivo e trabalhem para garantir uma gestão eficiente e de qualidade. A quantidade não promove qualidade na gestão, mas sim a eficiência e a transparência na utilização dos recursos públicos. *Marcelo Rocha. Contador e empresário