(Pixabay) All you need is love! Os Beatles, os poetas, artistas e Jesus sempre falaram do amor. Ao próximo e ao desconhecido. Aos nossos familiares e amigos. Aos nossos pares, sejam eles quem forem. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! O Brasil passou nos últimos anos por um transe onde ninguém mais se entendia, ou se gostava, fora das suas bolhas. Em que pese feridas abertas e a turma do rancor que quer guerrear, eu prefiro ver que cansamos! A hora é da paz. Somos todos humanos, habitamos o mesmo planeta e não restará ninguém se não tivermos juízo. Então meu convite é pela reconciliação, preservando-se os limites da lei. Se os homens que a praticam corrompem-se, são vaidosos ou tecnicamente incapazes, consertemos isso com melhores práticas. Mas não atacando-a. A política é ruim? Mas aonde chegamos se não escolhermos líderes? O problema é escolhermos mal? Faz parte. Os que não concordam têm a oportunidade de trocar em quatro anos, e assim segue a vida democrática. O Brasil de hoje é o país do futuro, que é presente. E nós brasileiros temos que nos orgulhar disso. Temos uma juventude viva e que foi para as ruas uma vez mais mostrar sua potência e relevância. Temos capacidade de inovar e erudição para o pleno desenvolvimento tecnológico. Temos recursos naturais e diversidade. Temos diversidade étnica, social e cultural. Por que é tão difícil a nós mesmos vermos isso que um estrangeiro reconhece no instante em que aqui chega? Temos problemas, claro, quem não os tem? Mas busquemos soluções. É pública a minha posição político ideológica. Inclusive já escrevi aqui, sou o socialista de iPhone. Mas que trabalho para que todos tenham sua oportunidade de vida plena e feliz. E isso é impossível sem políticas de Estado sérias e que sejam do país, por definição, e não do governo de plantão. Então, meu amigo e irmão brasileiro, relaxe. Você não perdeu. Quem perdeu fugiu (e não há narrativa que justifique essa covardia) e a você resta viver. E vivamos literalmente juntos buscando sempre o que nos aproxima mais do que o que nos distancia. Símbolo maior disso foi um abraço que ganhei do meu amigo de infância Cuca. Veio logo dizendo “que bom que acabou, sou de direita, você sabe, mas somos amigos” e me “esmagou” em um longo e sincero abraço. Então é isso. Todos abraçados vamos juntos para o próximo capítulo desse nosso incrível Brasil. Nós somos melhores do que esse rancor. Um beijo e um abraço para todos. Evaldo Stanislau. Médico e professor universitário.