A insatisfação dentro do PP em relação ao governador Tarcísio é considerada ampla (Divulgação) A inclusão não acontece apenas por decreto. Ela se constrói na prática, nas atitudes e, sobretudo, no conhecimento. Foi com essa convicção que o governador Tarcísio de Freitas criou, há um ano, a Escola da Inclusão, iniciativa da Secretaria Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Mais do que uma política pública, trata-se de uma mudança de cultura: preparar pessoas para que a acessibilidade deixe de ser exceção e passe a ser regra no cotidiano da sociedade. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Faz parte de um projeto para transformar a maneira como a sociedade percebe e interage com as pessoas com deficiência, promovendo ambientes sociais de respeito, aceitação e valorização da diversidade. Para isso, é necessário que haja uma mudança de cultura que vá além das estruturas. Não basta haver rampas e corrimões se a pessoa responsável pelo atendimento não tiver uma postura verdadeiramente inclusiva. Para orientar e qualificar as pessoas a realizarem um atendimento respeitoso, que leve em conta as individualidades e promova a autonomia de cada um, a Escola da Inclusão vem promovendo cursos e qualificações para transformar a maneira como a sociedade percebe e interage com as pessoas com deficiência. Até hoje, as atividades desenvolvidas já alcançaram mais de 35 mil pessoas em todo o Estado de São Paulo. Com foco na formação de profissionais, no fortalecimento de políticas públicas e na sensibilização da sociedade, a Escola tem ampliado o acesso à informação e contribuído para a redução de barreiras. Seja com cursos sobre Introdução à Libras, Libras Básico, Linha Braille e Manutenção de Máquina Braille, ou oficinas de música, dança e arteterapia, a Escola da Inclusão tem se tornado uma referência fundamental do compromisso do Estado em promover efetivamente a transformação social. No campo da formação profissional, a Escola capacitou 900 pessoas, incluindo metroviários e diretores de jogos da Federação Paulista de Futebol. Já na democratização do Ensino Superior, implementou o primeiro Polo Univesp Inclusivo do Estado de São Paulo. Ao capacitar a sociedade para ir além da compreensão teórica e assumir uma postura ativa, constroem-se ambientes onde o respeito, a diversidade e acessibilidade deixam de ser diretrizes e tornam-se práticas efetivas. Assim, há um ano a Escola atua para formar servidores, educadores, gestores e cidadãos, para que cada um, no seu papel, esteja apto a promover ambientes mais acessíveis, respeitosos e verdadeiramente inclusivos. Marcos da Costa. Secretário estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência.