(Rogério Bomfim/Prefeitura de Santos) Empoderar vidas e garantir direitos não são apenas conceitos abstratos. São pedras angulares de um futuro mais inclusivo em que a boa convivência não seja a exceção, mas sim um pilar para o surgimento de novos contornos nas políticas públicas impulsionadas por discussões em que todos tenham direito de fala, sejam ouvidos e, sobretudo, respeitados, reafirmando, ainda mais com clareza, que os espaços para o diálogo sejam cada vez mais democráticos. Quando o prefeito Rogério Santos me incumbiu da missão de estar à frente de uma das pastas mais humanizadas da administração pública, que é a Secretaria da Mulher, Cidadania, Diversidade e Direitos Humanos, minha primeira ação foi conhecer as Coordenadorias que desempenham um papel, eu diria, fundamental para que temas importantes avançassem. Nesse contexto, o papel da Secretaria se torna ainda mais relevante. A pasta é composta por ações voltadas à promoção dos direitos da cidadania, da criança, do adolescente, do idoso, da mulher e da pessoa com deficiência. Está sob seu guarda-chuva a promoção da igualdade racial e a proteção dos direitos do cidadão e de grupos raciais e étnicos, além de coordenar os serviços de assistência judiciária gratuita e o Procon-Santos. Para se tornar tangível, o cerne de toda e qualquer política pública ganha forma na maneira como as discussões são conduzidas, abertas a quem queira contribuir e sempre com uma atenção cuidadosa aos assuntos mais sensíveis. Essa iniciativa surge de encontros perenes, nasce de uma ebulição de ideias argumentadas por pessoas indicadas pelo governo municipal e pela sociedade civil. Quanto mais debatermos políticas públicas de maneira participativa, mais saudáveis se tornam as conversas, mesmo diante de questões que, à primeira vista, parecem complexas, mas que podem e devem ser tratadas de forma humanizada. Não há avanços em uma sociedade sem que haja discussão, e não há grandes discussões quando a população não está envolvida. Por isso, é fundamental que as pessoas tenham pleno conhecimento sobre a atuação das Coordenadorias e se aproximem cada vez mais das propostas promovidas pelo poder executivo. Quando governo e sociedade civil trabalham em consonância, conseguimos transformar boas ideias em ações duradouras que não só impactam, mas mudam positivamente a vida das pessoas. O nosso compromisso é que elas sejam reconhecidas em sua totalidade, com suas histórias, culturas e desafios, porque não há inclusão sem escuta e não há avanço sem respeito. *Nina Barbosa. Secretária da Mulher, Cidadania, Diversidade e Direitos Humanos de Santos