(Pixabay) O jornal argentino Clarin publicou uma interessante pesquisa da Universidade de Cambridge sobre como a desidratação prejudica as capacidades cognitivas. O cérebro depende muito da água para manter seu funcionamento. É composto por aproximadamente 80% por esse líquido, o que explica sua vulnerabilidade à falta de hidratação. Segundo os cientistas, não beber água suficiente pode gerar problemas como perda de memória, dificuldade de concentração e até alterações de humor. A água é essencial para que os neurônios enviem e recebam sinais, e assim lembrar, aprender e tomar decisões. Quando o corpo não está bem hidratado, essas funções são comprometidas, o que pode resultar em exaustão mental e menos capacidade para resolver problemas ou concentrar-se em tarefas importantes. Ao consumir bastante água, facilita-se a produção de energia que o cérebro pre</CW><CW-37>cisa para se manter ativo e em equilíbrio. A desidratação crônica aumenta muito as chances de cálculos renais e infecções do trato urinário, enquanto a vasoconstrição prolongada, como resultado da desidratação crônica, pode aumentar as chances de hipertensão e acidente vascular cerebral. Agências como a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) apoiam que a água é essencial para manter um bom funcionamento físico e cognitivo. Como as necessidades de hidratação variam de acordo com fatores como clima, atividade física e metabolismo individual, alguns especialistas sugerem uma abordagem mais personalizada. Em uma rápida pesquisa na internet, encontrei diversos artigos, inclusive da própria Cambridge, que abordam a temática e corroboram estas informações do Clarin. Agora cabe a cada um cuidar-se melhor. *Tecnologista Sênior do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e congregado mariano