(Bruno Peres/Agência Brasil) Segurança Louvamos o competente trabalho das valorosas polícias Militar e Civil e da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo no combate à marginalidade e na redução da criminalidade. Lemos pela imprensa sobre a desarticulação de um grupo que pretendia montar uma milícia na cidade de Guarujá, sendo desmantelado pelas polícias, dando mais segurança a todos e protegendo a vida dos comerciantes, cidadãos e da própria corporação. São atos como este que nos levam a confiar cada vez mais na Secretaria de Segurança e no MP paulistas, em trabalho conjunto por melhor qualidade de vida para todos. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Incoerência Concordo com a missiva do sr. João Horácio Caramez com o título acima e vou mais além: sem entrar no mérito da pessoa homenageada, a avenida da praia tem mais um nome. Em breve, teremos um nome para cada quadra, até porque Santos é uma cidade que não tem nenhum tipo de problema, sobrando tempo para alguns vereadores pensarem sobre assuntos sem relevância como o citado. Como disse o sr. João, oremos. Pedro dos Santos Neto - Santos Apostas A liberação das apostas on-line ocorreu pela Lei 13.756/2018, com forte oposição das lideranças evangélicas. Uma proposta de regulamentação chegou à Presidência em 2022, mas Jair Bolsonaro não a assinou, permitindo a proliferação descontrolada da atividade. O objetivo original de regulamentação responsável foi alterado. A Lei Federal 14.790 foi promulgada em dezembro de 2023, com vetos. A sra. Barugo, em recente carta publicada neste espaço, poderia ter evitado críticas ao atual governo com uma pesquisa mínima, mas informações distorcidas recebidas pelo “zapzap” parecem ser as mais “confiáveis”. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Canais de Santos Respeito a opinião dos contrários quanto à necessidade de evolução no aproveitamento dos espaços físicos ocupados pelos canais de Santos, mas compará-los aos de Veneza é como igualar tigres e leões. Se vivemos, como disse o sr. César Tavares, em uma ilha saturada, temos que ter a coragem de propor alternativas e não posso esperar que algo histórico seja destombado antes de apresentar ideias, elencar os problemas e sugerir soluções. Criar estacionamentos nos jardins da praia? Só os carros interessam? Meu raciocínio vai em outra direção: tornar os serviços públicos tão acessíveis que não seria necessário usar carro próprio para chegar a eles. Por onde passam os principais corredores de ônibus de Santos? Onde não seria necessário pagar aluguel altíssimo a particulares para a instalação de equipamentos públicos, como policlínicas e creches? Já foram ao Portal da Transparência, da Prefeitura, e quantificaram os recursos que poderiam ser destinados à ampliação do atendimento aos moradores? Sugiro que A Tribuna realize um evento para debatermos esse assunto. Terei muito prazer em participar. Rubem Silva - Santos Violência social Foi muito bom ler e saber, por meio deste espaço, que outras pessoas têm mente aberta e boa visão dos problemas sociais. É perfeita a colocação do sr. Elias Carneiro Jr, sobre o acesso à educação por garotos e garotas. Vamos ter cada vez mais casos como a horrorosa ocorrência da Rua Castro Alves, com jovens delinquentes tentando tirar vantagem de quem teve as oportunidades que a vida não deu a eles? A gloriosa Polícia Militar é com certeza um bombeiro do incêndio social crescente. No caso dos jovens presos ou detidos, os órgãos competentes deveriam fazer uma varredura na trajetória de pais e avós deles, já que dizem trabalhar com estatísticas para providências a favor da sociedade. Diante desse cenário, pergunto: na nova escola Senai que está em construção na Ponta da Praia, jovens poderão iniciar o aprendizado de uma profissão com 14 anos? Questiono isso porque foi com essa idade que entrei na antiga escola e fui salvo, saindo dela empregado, aos 16 anos. César Tavares da Cunha - Santos Discursos de Lula Creio que o leitor Zureia Baruch Jr. não seja brasileiro, uma vez que se deleita e vibra com supostas gafes do atual presidente. Ora, se não o admira, pense ao menos no País, e não se alegre com as falas infelizes daquele que, afinal de contas, foi eleito pela maioria e representa o Brasil. Devemos lamentar tanto a situação gerada pelo assunto do discurso (queimadas) como o posicionamento, mas nunca sentir prazer impagável diante de fato tão triste. Aliás, temos visto nossos últimos presidentes acumularem falas vergonhosas, seja afirmando que “as florestas do Brasil não queimam por serem úmidas”, desdenhando dos doentes de covid ao citar “não ser coveiro” e ainda se dizer “imorrível, imbrochável e incomível”. William Clarindo Rangel - Santos