(Carlos Nogueira/ AT) VLT O funcionamento da segunda fase do VLT está próximo de acontecer, representando um grande avanço para a Cidade, mas exigirá organização e sinalização. A convivência dos automóveis com o VLT não será das mais fáceis. Algumas ruas têm largura bem reduzida, o que dificulta certas manobras. Em alguns trechos, acessar as garagens exigirá que o motorista cruze os trilhos do VLT, demandando maior atenção tanto do condutor do VLT quanto, principalmente, do motorista. Outra observação importante é em relação aos pedestres. Por uma questão cultural, são raros os que se utilizam das faixas para atravessar as ruas. Com o VLT, atravessar fora da faixa será um convite a acidentes. Espero que a CET já tenha traçado um plano de mitigação de acidentes. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Avenida Rei Pelé Fui surpreendido com a mudança do nome da avenida onde moro, a Almirante Saldanha da Gama, para Rei Pelé. Sou um fã do Pelé e tive a honra de conhecê-lo. Foi exemplo de atleta e colocou o nome de nossa cidade em destaque no mundo. Uma vez, me livrei de um problema em um posto de fronteira no Leste Europeu porque tinha um passaporte que dizia que eu era de Santos e o policial era um ex-jogador de futebol. Pelé é uma marca, um símbolo para o esporte e para nossas novas gerações. Não trocou o Santos por nada, jogou pela seleção como um soldado defende seu país numa guerra. Mas, por falar em soldados, por que desrespeitar a trajetória de um marinheiro herói de guerra, como Saldanha da Gama? Foi a Av. Almirante Saldanha que firmou o ícone da mureta, hoje símbolo da cidade. Por que homenagear um ídolo e desrespeitar um herói? Moro na avenida e ninguém veio me ouvir a respeito. Por que não nomear como Rei Pelé a Av. Presidente Wilson, que carrega o nome de uma figura vil dos Estados Unidos? A Câmara Municipal poderia ter feito uma audiência pública. Rogério Miranda de Carvalho - Santos Quarto poder? Será que a acusação do governador Tarcísio de Freitas sobre o PCC ter dado ordens para votar em Guilherme Boulos na eleição da Capital vai ficar por isso mesmo? Uma acusação como essa será empurrada para debaixo do tapete, sem investigação? Em minha opinião, mesmo que a eleição tenha sido favorável ao governador e a quem ele apoiava, um caso como esse tem que ser seriamente investigado. Caso contrário, as eleições ficam sob suspeita, saindo do campo político para o domínio do crime organizado. E olha que se esse pessoal do crime entrar na política, chegará facilmente às cadeiras mais valiosas e correremos o risco de o Brasil contar com um quarto poder: o Poder Banditário. Josemilton de S. e Silva - Guarujá Saúde No último dia 31, saí do serviço à tarde, em Cubatão, para pegar ônibus rumo ao Centro de Apoio Diagnóstico de São Vicente, anexo do Hospital do Vicentino, pois tinha exame agendado para 14h30. Cheguei lá às 13h30 e fiquei aguardando. Fui chamado às 14h13, fiz o exame e terminei às 14h30. A técnica pediu para que eu aguardasse na recepção o resultado do exame. Quando ele saiu, me dirigi ao balcão para pedir uma declaração e fui direcionado à sala do exame. Fui lá, expliquei que havia saído do serviço e disse o horário que tinha chegado. Mesmo assim, o médico só marcou o tempo do exame (14h13 até 14h30). Pedi a correção, mas foi dito que só podiam anotar o período do atendimento, ignorando os 43 minutos que esperei pelo atendimento. Peguei o ônibus para Cubatão, voltei ao trabalho, apresentei a declaração, expliquei e minha chefia foi compreensiva. Mas, e outros pacientes, como ficam? É preciso haver bom senso. James dos Santos Soares - São Vicente Nova geração A nova geração vive hoje com grandes e preocupantes transformações. Como consequência, a explosão de conflitos, gerados pelos vícios. Estão em pauta jogos digitais, cigarros eletrônicos, excesso de internet e drogas. Essas dependências representam desafios, cuja responsabilidade deve ser compartilhada entre governo, comunidade, familiares e cidadãos. Estamos todos cumprindo nossos papéis? J.A. Nogueira de Sá - Santos Futebol No futebol, só se fala da Bola de Ouro que o Vinicius Jr não levou, além de ser criticado por muitas vezes ser somente um “triatleta”: só corre, dribla e nada, embora muitas vezes seja decisivo em seu clube, cercado de outros craques. Embora o critério da escolha possa ser também por outras razões, certo ou errado, o prêmio ficou para outra oportunidade. Cabe a cada um analisar o todo do jogador vencedor. O Rodri, ganhador, é perna de pau? Quem atualmente no futebol brasileiro não gostaria de tê-lo vestindo a camisa do seu time? Quem sabe um dia, quando Vini Jr. começar a jogar na seleção o seu verdadeiro futebol, ele merecerá o prêmio sem contestação, calando a boca dos seus opositores. Arlindo Caseli de Oliveira - Santos