[[legacy_image_339657]] Porto de SantosExcelente e oportuna entrevista publicada no domingo pela editoria Porto & Mar de A Tribuna, apontando o maior problema do Porto de Santos: os acessos terrestre e aquaviário. Registra-se que, em 2009, foi concluído um estudo que diagnosticou a relação capacidade demanda das vias internas e externas do Porto e trouxe a necessidade de continuidade do trabalho, com um planejamento logístico compreendendo plano viário (traçados, sinalizações, drenagens, pisos etc.) integrado e interagindo com o arranjo das instalações e ordenamento dos terminais. Esse planejamento sofre interrupções sistemáticas, especialmente, pela frequente troca de gestores. A despeito de concordar com o forte problema dos acessos, entende-se que há enorme carência de política de gestão, o que também interfere na questão das acessibilidades rodo, ferro, duto e hidroviária do principal porto do Hemisfério Sul. Aluisio de Souza Moreira - Santos Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Via públicaGostaria de entender o motivo do Poder Público autorizar o uso da via pública como extensão a comércios, especialmente restaurantes e bares. São vistos imensos “camarotes” nas vias. Uma cidade sem terreno livre como Santos, que tem que rodiziar o estacionamento público... Qual o critério para privilegiar o comércio e sacrificar mais os motoristas? Elizabeth Nascimento Clemente - Santos Santos FCÉ evidente que o Santos atual é muito melhor que o do ano passado, mas isso não quer dizer muita coisa, porque aquele time de 2023 era horroroso. Louva-se o trabalho de reconstrução do presidente Marcelo Teixeira, mas ele não pode cometer o mesmo erro do trágico Andres Rueda: contratar vários jogadores inexpressivos, quando o correto é contratar poucos, mas bons atletas. Pedrinho, Guilherme e Marcelinho são jogadores fraquíssimos. Precisamos de um atacante e um meia de verdade. Matías Rojas, que acabou de sair do Corinthians e ganhava R\$ 573 mil por mês, seria esse meia. Jorge Silveira - Santos Política (1)Leio atentamente a Tribuna do Leitor, pois aqui o espaço é democrático e não relativo, como um certo descondenado fala com orgulho. E concordo em quase tudo que o missivista Josemilton de S. e Silva disse em sua última missiva, mas gostaria de lembrá-lo que tem gente que acredita que o descondenado por CEP em três instâncias, com bilhões de reais devolvidos e centenas de acordo de delação, é inocente. Quanto à política municipal, concordo com tudo que o sr. disse, mas política é assim mesmo. Quem diria que veríamos o Alckmin gritar o nome do descondenado? Eu fui um que acreditei nele e agora não voto nesse cidadão nem que seja obrigado. A política brasileira tem que mudar, urgentemente! Andre Durante - São Vicente Política (2)Quando eu falo que as pessoas são lesadas por defender coxinha ou mortadela, parece que é chover no molhado. A mais nova ideia brilhante de um deputado do PL é o tal Projeto de Lei 4.831/23, voltado à energia solar. Para supostamente favorecer os mais pobres, ele diminui a possibilidade de geração de energia solar, deixando o monopólio para as distribuidoras de energia. Ou seja: você fica refém delas. Mas enquanto existirem os idiotas úteis que defendem esse ou aquele político, nada vai mudar. Só para deixar claro: como em tudo na vida, existem políticos bons. Somente são raríssimos. E nesse caso, olhem bem quem vai aprovar esse roubo (Câmara, Senado e eventualmente o presidente). Fabrício Xavier Leonardo - Santos Política (3)Até o pleito municipal, teremos o prazer de cruzar com candidatos(as) a uma vaga na Câmara Municipal. Alguns serão nossos conhecidos, outros não. No meu caso, em São Vicente, quando isso acontecer, irei ouvi-los sobre propostas e colocarei as minhas para verificar a opinião sobre: o que ele(a) acha de colocar na pauta para votação a Tribuna Livre nas sessões, com todo cidadão podendo se inscrever e falar; mudar as sessões para horário noturno; criar a Câmara Jovem, onde alunos das escolas poderão exercer a experiência e aprender sobre política nas sessões do Legislativo; implementar o IPTU progressivo, com quem mora em bairros da orla pagando mais; cadastramento de moradores em situação de rua; e a volta do Restaurante Bom Prato em espaço físico mais próximo ao Centro. Antonio Sergio de Jesus - São Vicente Crianças expostasO missivista sr. Nogueira de Sá observa que há um número expressivo de pessoas em situação de rua e, ainda, a utilização de crianças por algumas dessas pessoas para conseguirem mais ajuda financeira. Em dois locais diferentes, ambos em semáforos, observei o uso de crianças para essa finalidade. Elas estavam sentadas, brincando, e de repente foram tomadas nos braços para ziguezaguear entre os carros. Seria importante o Conselho Tutelar e a Secretaria de Assistência Social, em conjunto, abordarem esses pais e mães, trazendo soluções adequadas para essas famílias. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos