[[legacy_image_316708]] Rua Alexandre MartinsLastimável. Esse é o adjetivo que se deve atribuir às péssimas condições da Rua Alexandre Martins, um dos principais corredores viários do bairro Aparecida, sobretudo no trecho entre as Avenidas Pedro Lessa e Afonso Pena. Verdadeiras crateras existentes, principalmente nos cruzamentos, trazendo risco efetivo aos motoristas e principalmente aos motociclistas que por ali trafegam. Num passado não tão recente, foi dito pela Administração que a responsável pelo reparo seria a Sabesp, por conta de obras que realizou há tempos em toda a sua extensão. Só que na ocasião essa empresa (que deve ser privatizada o quanto antes), apenas deu um “tapa” no local, jogando (essa é a expressão) um asfalto de última qualidade por cima dos buracos, sendo que esses remendos já foram todos soltos, expondo a péssima qualidade do serviço e trazendo os buracos novamente à vista. Pergunto: cadê os políticos daquela região que não representam o povo? A eleição está chegando novamente e aí vão vir pagar porção de salame em uma padaria ali próxima. Que a Prefeitura responda, de forma objetiva e não com conjecturas, quando é que o problema será realmente solucionado? Antonio Tadeu Torres - Santos lique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! NatalTemos em Santos e na Baixada Santista vários shoppings e na maioria deles os proprietários têm origem de europeus católicos. Então, sugiro que essas pessoas se preocupem também com o aniversariante, ninguém menos que o Menino Jesus. Nada contra o barbudo personagem criado por uma indústria de refrigerantes norte- americana, mas parece-nos que este tornou-se mais importante que o Criador da Redenção. Sugiro que nos shoppings da região, ao lado da poltrona destinada ao “bom velhinho”, destinem também um espaço ao presépio que representa o nascimento de Jesus, pois Natal é festa cristã, do Nosso Senhor, Rei do Universo, e as crianças precisam mais de Deus do que de presentes. Evandro Duarte - Santos Fiscalização nas praiasNo dia 1º de dezembro presenciei uma cena no mínimo revoltante, na praias, entre os canais 3 e 4. Uma jovem senhora, que se encontrava debaixo de um guarda sol enquanto seu marido e filho curtiam o mar, foi abordada por quatro “zelosos” guardas municipais que exigiram que fossem retiradas da faixa de areia duas bicicletas, que foram o meio de transporte utilizado pelo casal, e que estavam estacionadas junto ao guarda sol. Numa praia semi deserta, qual o incômodo que os veículos estavam causando? Se existe lei a respeito, qual a lógica? Atrapalha no quê? Quanto aos ambulantes que possuem carrinhos só autorizados para vender bebidas, querem determinar que os mesmos só coloquem guarda sol à medida que cheguem os ocupantes, o que, na prática, faria com que cada ambulante contratasse/destinasse uma pessoa só para esse serviço. Ora, esse tipo de ambulante só consegue algum retorno financeiro durante a temporada de verão. Se chover durante 15/20 dias, não ganha absolutamente nada. Quem se preocupa com isso? Ainda querem aumentar os seus custos? Não pode o poder público se preocupar só com as barracas de praia ou com os quiosques. Anacleto Serafim de Almeida Filho - Santos Segurança da cidadeSantos enfrenta desafios de segurança distintos. As praias, locais de grande atratividade para turistas e moradores locais, estão sujeitas a furtos e roubos, requerendo medidas de vigilância policial mais intensas e uma conscientização geral sobre segurança. Algo que está aquém da atual realidade. Além disso, a vida noturna agitada da cidade, principalmente em feriados, festas e finais de semana, pode levar a incidentes violentos, exigindo uma presença policial mais ativa durante esses períodos. A necessidade de garantir a segurança dos espaços públicos e das áreas residenciais é uma prioridade constante, demandando uma abordagem coordenada entre autoridades e comunidade. Precisamos desenvolver sintonia e melhorar nossa inteligência de informações relacionadas à segurança pública. Nesse sentido, vejo grande esforço do secretário Estadual de Segurança Guilherme Derrite, que respondeu com rapidez e eficiência os recentes ataques dos criminosos e baderneiros em nossa região. Precisamos resgatar a imagem de uma cidade/região segura. Fernando Valle - Santos Tratado dos ovosFiz uma carta, publicada neste espaço, sobre barulho e inconvenientes produzidos por obras, em particular, obras viárias, utilizando provérbio que é um alerta de que nada se consegue sem esforço, sem dor. Pois bem. Dois missivistas, no afã de contrapor a correta visão de que obras sempre causam transtornos, o fazem com visões além da questão posta. O missivista Fernando Valle trouxe o Tratado dos Ovos, já o missivista Ademir Alonso reclama acertadamente de outros locais em que obras são necessárias, mas com um bom planejamento. O tema obras viárias é sempre bem-vindo. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos