(Arquivo Pessoal) Futebol (1) Desde que a Lei de Gérson foi interpretada de maneira errada, o futebol arte está cada vez mais escasso nos campos do país pentacampeão, mas que não ganha uma Copa do Mundo há 22 anos. Talvez os mais jovens não se interessem em ver jogos no Brasil, porque eles estão chatos e sem graça, com baixo nível técnico. Simulações, falta de fair play e antijogo fazem parte do “espetáculo”, com árbitros despreparados e que não conseguem impor as novas regras com segurança, mesmo com o auxílio do VAR. Com a tecnologia avançada em outros esportes que se modernizaram, o cronômetro eletrônico poderia parar quando a bola não estivesse rolando. Aí sim o tempo de acréscimo seria correto e não o aproximado, como ocorre, com a cera que irrita todos que ainda admiram um bom jogo de futebol raiz. Arlindo Caseli de Oliveira - Santos Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Futebol (2) Pior do que se irritar com ceras e esbarrões fraudulentos nos jogos de futebol, é prestigiar um circo encenado por mercenários, estelionatários e outros bandidos. Jogos vendidos, máfia do apito e jogadores subornados para serem expulsos fazem a alegria da choldra que sustenta essa farsa. Como diz o ditado, cada um se diverte como gosta. Silvio de Barros Pinheiro - Santos Turismo patrimonial A revitalização do Centro Histórico de Santos, noticiada por A Tribuna no dia 1º, pode servir para santistas e turistas se beneficiarem do turismo cultural. Isso envolve um par de aspectos: a participação da comunidade e a valorização do contato com a riqueza da cultura local. Locais e turistas só tendem a aprender no contato com a diferença, alteridade e particularidades do passado e do presente. Com isso, o patrimônio cultural serve à convivência e ao enriquecimento mútuo. Pedro Paulo A. Funari - Santos Meio ambiente Não temos nada a comemorar nesta quarta-feira, Dia Mundial do Meio Ambiente. Não temos no ambiente onde vivemos em São Vicente um plano adequado de arborização urbana, coleta de lixo reciclável e varrição das ruas. Por isso, o lixo se acumula nas bocas de lobo. O corredor verde da Av. Capitão-mor Aguiar, onde já vi papagaios e tucanos, está sendo eliminado e transformado em estacionamento asfaltado. Projetos elaborados em salas climatizadas e talvez por inteligências não humanas decretam a morte de árvores de locais públicos. Ainda bem que possuo os 12 metros quadrados plantados por mim e indicados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para cada pessoa. Elisete F.Ferreira - São Vicente Terrenos de marinha Meus pais, hoje octogenários, adquiriram há mais de 60 anos um terreno em São Vicente considerado de marinha, devido a um canal em condições insalubres localizado nas imediações. O fato não demandou a intervenção dos ambientalistas, como ocorre no movimento de oposição à aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/2022, que fará justiça ao regulamentar esses imóveis e, assim, contemplará os meus pais e outras 451 mil famílias nessa situação. Temos uma desinformação amplamente divulgada, sob a alegação de que propriedades públicas como as praias poderiam ser privatizadas, mas basta dar uma lida superficial no projeto, já aprovado pela Câmara e que tramita no Senado. O legislador teve o cuidado de inserir na PEC o amparo do Artigo 182 da Constituição, que visa impedir que isso ocorra. Na realidade, a principal preocupação é priorizar a arrecadação, pois com a eventual regularização seus proprietários não pagariam mais as taxas de laudêmios à União. Antonio José de Santana Pimentel - Santos VLT Diante do novo episódio de vandalismo e insegurança no Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que teve mais uma vez a proteção de vidro quebrada devido ao vandalismo junto ao túnel do José Menino, em Santos, voltamos a solicitar a presença, 24 horas por dia, da Guarda Municipal no local, garantindo proteção e segurança a todos que utilizam o VLT de dia e de noite. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Escola cívico-militar Em resposta à publicação de uma carta no sábado, sobre a escola cívico-militar, é bom esclarecer que ela é que o resgate do modelo de ensino das excelentes escolas públicas das décadas de 1960 até meados de 1980. Alunos uniformizados, formação de fila ao toque do sinal, canto do Hino Nacional, alunos se levantando das cadeiras com respeito toda vez que a diretora ou outra autoridade da escola entrava na sala... Simples assim. Sem falar na excelência do ensino, diferentemente do que vemos hoje, quando um aluno do 9º ano não sabe interpretar um texto nem realizar as quatro operações básicas da Matemática. Jorge Barros - Santos