Imagem ilustrativa (Freepik) Professores Rubem Alves disse: “Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas”. Por isso, agradeço aos meus professores, que sempre me fizeram voar. João Horácio Caramez - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! CPMI do INSS Mesmo com invejáveis salários e repletos de penduricalhos, membros do Judiciário criaram empecilhos e tolheram a sequência da CPMI do INSS na apuração dos empréstimos e débitos irregulares impiedosos com os aposentados, que em sua maioria sobrevivem com o salário mínimo. Na CPMI, foram citados sindicatos, associações e nomes graúdos como Frei Chico e Lulinha (irmã e filho do presidente). Impedida de continuar, a CPMI amealhou mais de 200 pessoas indiciadas. Parabéns ao presidente e ao relator da comissão, que desde o início trabalharam sem perseguição política e com transparência. Humberto Schuwartz Soares - Vila Velha (ES) Futebol Não entendo. Como um profissional do futebol de alto rendimento, que não está em boas condições físicas e se espanta por não ser chamado para a seleção, passa horas jogando poker no computador, se preocupando somente com o nome? Saudades daqueles que, como Pelé, eram verdadeiros espartanos em seus treinos pré-Copas, sendo, no caso do Rei, o Atleta do Século. Evandro Duarte - Santos Golpes Na Tribuna Livre do sábado, o articulista Alcindo Gonçalves escreveu sobre os golpes digitais. Faço minhas as palavras dele, pois também caí em um golpe envolvendo dois bancos e um supermercado. Um dos bancos me ressarciu. O outro e o supermercado, não. Recorremos ao Procon e aguardamos as respostas. O banco só mandou um aviso comunicando o atraso da fatura num valor duas vezes maior que meu salário. Já o supermercado... Precisei desligar meu telefone fixo de tanta cobrança que era feita por um robô, no celular. Será que os estabelecimentos não analisam o perfil do consumidor para ver que a vítima do golpe está falando a verdade? Além de sermos roubados, somos torturados. Therezinha Stella Romualdo - Santos O medo da verdade A extrema direita não apenas ignora fatos, tem pavor deles Pensemos um termo para isso: fobosofia. Se a filosofia é o amor à sabedoria, a fobosofia é o pavor do conhecimento (phobos + sophia). O fobósofo não é só um desinformado, ele tem ojeriza pelo saber que abale suas certezas. Para o reacionário, a ciência e a história são perigosas. Elas trazem a complexidade que explode narrativas simples. Se a verdade desafia o dogma, o fobósofo a trata como uma ameaça que precisa ser neutralizada. A fobosofia é base da extrema direita no Brasil e no mundo. Cortar pesquisas e revisar livros não é economia, é autodefesa. O objetivo é uma sociedade que não saiba perguntar o porquê. Contra a ojeriza ao conhecimento, a saída é a insistência filosófica. O saber não é o inimigo da sociedade, é o solvente capaz de dissolver o autoritarismo. Contra o pavor da luz, mais luz. Luiz Ezildo da Silva - Santos Ônibus elétricos Inicialmente renovamos nossa admiração pelo Grupo Tribuna com os mais sinceros parabéns pelos 132 anos de existência do jornal. Também parabenizamos o repórter Victor Barreto, que produziu uma reportagem na edição de ontem sobre a importância dos ônibus elétricos, não poluentes e que podem melhorar sensivelmente a qualidade de vida na Baixada Santista sem a poluição sonora e ambiental dos motores a combustão. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Política Pelas últimas declarações do presidente Lula, ele deve estar carente de discussões e bate-bocas. Além de citar o Bolsonaro todo dia, agora não deixa de falar do governador Tarcísio. Com todo respeito, sugiro aos citados que não se misturem com essa gente. Zureia Baruch Jr. - São Paulo