(Imagem ilustrativa/Marcello Casal Jr./Agência Brasil) Interessantíssimo Interessantes os comentários publicados na Tribuna do Leitor de ontem e digo mais: concordo parcialmente com quase todos. Mas faço algumas ponderações: um missivista pede pela regulamentação das redes sociais. Mas nós já não temos crimes que desabonem condutas erradas, como injúria, calúnia e difamação? E quem vai dizer o que é certo ou não quando se está se comentado? Outro leitor fala dos três poderes e diz que, se não fosse assim, nem poderia estar escrevendo. Mas as pessoas se esquecem das promessas de quem hoje comanda a nação em relação a não colocar amigos no STF. E qual foi a censura que esse missivista enfrentou no governo passado? Por fim, outro fala de um político que ocupou por 28 anos a cadeira no Congresso e em nada colaborou para o País, mas se esquece dos números da gestão anterior. E a Justiça aqui é assim mesmo: tivemos um que ficou preso por mais de 500 dias, julgado em três instâncias e condenado, mas por causa de um erro do CEP... Ah, esse esquecimento. André Durante - São Vicente Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Caráter Surpreendeu-me, ontem, um comentário de leitor que fala de Lula e a ele relaciona fatos que sabidamente não são verdadeiros. No caso, não se trata de exercício de liberdade de expressão, e sim da utilização de argumentos falsos e que judicialmente já foram assim reconhecidos. Pessoas rasas e que, por má-fé, ainda insistem nessas versões mentirosas. Paulo Roberto de Santana - Santos Deixando claro É impossível ficar calado diante dos que idolatram o inelegível. O Brasil foi pioneiro ao oferecer a vacina contra a dengue no sistema público de saúde, com grande quantidade de doses já adquiridas e planejadas. A vacinação de crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos é uma estratégia importante, considerando que essa faixa etária tem alta taxa de hospitalizações devido à dengue. O Brasil enfrentou desafios significativos com as vacinas contra a covid. A questão das vacinas expiradas representa uma perda substancial e um erro na gestão de insumos críticos durante a pandemia. Além disso, a aplicação das vacinas realmente teve um impulso com a pressão de figuras políticas e governamentais, como o ex-governador de São Paulo, que ajudaram a acelerar o processo de imunização. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Venezuela Quando assisti a uma reportagem com a urna eletrônica venezuelana, que tinha ao lado uma cabine para votação em cédula de papel, fiquei otimista, pois teríamos uma eleição confiável naquele país. Porém, a decepção veio logo a seguir, quando soube que apenas poucas sessões assim procederam. Ontem, acordamos estupefatos com Maduro anunciando sua “vitória” e mais uma vez fica a dúvida: será que por aqui seguiremos na mesma vibração? Políticos e autoridades, nos poupem dessa terrível dúvida que tão mal faz ao País, gerando uma maléfica divisão em nossa sociedade. Exigimos clareza e transparência total na apuração dos votos para que continuemos tendo fé na democracia. Luiz Alberto Reis - Santos Água Sobre o serviço prestado pela Sabesp em Guarujá, falta de tudo e temo que possa piorar com privatização. A situação atual beira o absurdo. Falta água constantemente e quando ela aparece na torneira, é com pressão baixíssima. A empresa sempre alega que disponibiliza um caminhão-tanque, mas é algo muito burocrático. Ontem, a Ouvidoria me informou que o caminhão-tanque pode ir até minha casa, mas eu encho baldes e depois me viro para subir e abastecer as caixas! Quanto litros cabem em um balde? Que sejam dez. Tenho duas caixas de mil litros. Para encher, eu faria 200 viagens? Não quero nada de graça, só quero meu direito. E a Prefeitura de Guarujá não faz o suficiente a respeito. Multa não resolve, senhores. É preciso solução. Fabricio Xavier Leonardo - Guarujá Santos ou seleção Em 30 de julho de 1930, a seleção da França fez uma escala no Porto de Santos, voltando do Uruguai, e aceitou o convite do Santos FC para a realização de amistoso, sendo derrotada por 6 a 1. A praça de esportes santista, que ainda não tinha o nome de Estádio Urbano Caldeira, recebeu naquele ano do jornalista Antônio Guenaga, de A Tribuna, o apelido de alçapão. O então prefeito de Santos, José de Souza Dantas, determinou que o expediente no comércio local acabasse às 14h para que todos pudessem ver a partida. Terminado o jogo, os derrotados não acreditavam que tinham enfrentado o Santos. O chefe da delegação estrangeira protestava: “Isso uma desonestidade! Os senhores nos convidam para enfrentar o Santos, e colocam à nossa frente a seleção do Brasil”. Foi necessário que o presidente Guilherme Gonçalves levasse os adversários à sede do clube na Rua Itororó, 27, para mostrar as fichas com as fotos dos jogadores santistas. Bons tempos que não voltam mais. Guilherme Gomez Guarche - Santos