<p data-path-to-node="1"><b data-index-in-node="0" data-path-to-node="1">Estradas</b><br /> No mês passado, a coluna Dia a Dia trouxe uma notícia preocupante: por seis meses ficou parado, na Assembleia Legislativa, projeto de lei para que Estado e concessionárias de rodovias paulistas sejam obrigados a adotar medidas emergenciais em caso de interdição completa das pistas. Inegável a importância do citado projeto de iniciativa dos deputados da nossa região. Aliás, tal iniciativa nasceu de um acidente que bloqueou a Pista Sul da Via Anchieta. O objetivo do disciplinamento legal do tema é o zelo pela saúde, segurança e bem-estar da coletividade presa por conta dessas constantes interdições e submetida a riscos variados. Inadmissível a paralisação ou a morosidade do projeto. Embora a lei tenha alcance estadual, no Sistema Anchieta-Imigrantes, sobretudo na Anchieta, as notícias de acidentes transformam em urgente a medida legislativa.<br /> <i data-index-in-node="861" data-path-to-node="1">Hamilton Alonso Jr. - Santos</i></p> <p data-path-to-node="2"><b data-index-in-node="0" data-path-to-node="2">Trânsito</b><br /> Recebi uma notificação de penalidade da CET-Santos por “efetuar desembarque de passageiro” na Avenida Ana Costa, em frente a um banco. Esse passageiro, que no momento da autuação estava desembarcando, tem 90 anos de idade e muita dificuldade de locomoção. Ele caminha somente com ajuda de uma muleta e não pode percorrer longas distâncias pelos motivos expostos acima. Por ser uma região difícil de encontrar lugar para estacionar o carro, preciso deixá-lo na frente do banco e depois procurar um lugar para estacionar. Pergunto: será que esse agente autuador não viu o passageiro que estava desembarcando? Há atos que se justificam pela necessidade de serem praticados, e que esse agente não teve a sensibilidade de perceber. O faturamento parece ter falado mais alto.<br /> <i data-index-in-node="779" data-path-to-node="2">Ana Maria Vallejo Nettuzzi - Santos</i></p> <p data-path-to-node="3"><b data-index-in-node="0" data-path-to-node="3">Política (1)</b><br /> É estapafúrdia a tese de Flávio Bolsonaro, após perder as eleições, de que a decisão de prorrogar o pleito em duas horas teria prejudicado sua votação. O pedido foi feito pelos partidos dele e de Lula devido a eventos climáticos extremos e a recusa de alguns municípios em disponibilizar transporte público. Novamente somos um exemplo para as nações ao permitir que os cidadãos exerçam o direito ao voto e fortaleçam a democracia.<br /> <i data-index-in-node="444" data-path-to-node="3">Daniel Marques - Virginópolis (MG)</i></p> <p data-path-to-node="4"><b data-index-in-node="0" data-path-to-node="4">Política (2)</b><br /> Para quem ainda questiona a lisura das eleições, vale lembrar que as campanhas do PT e do PL solicitaram a ampliação do horário de votação devido a dificuldades de transporte e deslocamento dos eleitores. A prorrogação até as 19h foi determinada pelo ministro Cristiano Zanin (STF), alinhada com a orientação do ministro Nunes Marques (TSE) para manter abertas as seções que ainda estavam em funcionamento. Além disso, só 34 mil votos foram registrados após as 17h, volume insuficiente para alterar o resultado final. Fica evidente que não houve abuso de autoridade por parte dos magistrados e que o resultado reflete um processo transparente, legítimo e isento de interferências.<br /> <i data-index-in-node="694" data-path-to-node="4">Gilberto Pereira Tiriba - Santos</i></p> <p data-path-to-node="5"><b data-index-in-node="0" data-path-to-node="5">Porto e gerações</b><br /> Idealizados na década de 1950 e padronizados nos anos 1960, os contêineres revolucionaram a logística, a economia global, os transportes e os portos, viabilizando milhões de empregos e riquezas em suas cadeias de suprimentos. Nos anos 1970, surgiram os navios dedicados a eles, com Santos movimentando 1.962 TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés). O grande salto veio em 1981, com a inauguração do primeiro terminal especializado para movimentar 142 mil contêineres. Hoje, Santos está perto de atingir a marca histórica acumulada de 100 milhões de TEU, fruto do trabalho de sucessivas gerações que construíram e desenvolveram esse sistema. Mas há uma urgente demanda pelo Tecon Santos 10, que será seu quarto terminal. O contêiner foi uma das invenções mais brilhantes do século 20.<br /> <i data-index-in-node="812" data-path-to-node="5">Aluisio de Souza Moreira - Santos</i></p>