(Nelson Jr/Ascom/TSE) Política (1) A cidade de Santos, a partir de 2025, precisa ter em seu radar o objetivo de atender aos anseios de aproximadamente 140 mil pessoas que preferiram não participar do 2º turno eleitoral (soma de abstenções, votos em branco e nulos). E isso cabe à classe política, que foi a grande perdedora devido ao descrédito que a cerca. Os ausentes e os descontentes acabaram sendo os grandes vencedores. Nós, como formadores de opiniões políticas, temos de buscar o consenso e a união, desprovidos de revanchismos e práticas odiosas, para atender a população santista, com igualdade social. Passado o pleito, os membros dos poderes Executivo e Legislativo têm a obrigação de ouvir a sociedade civil organizada sobre os anseios e governar para todos os santistas. Martinho Leonardo - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Política (2) Sugiro ao TSE que, a partir das próximas eleições, inscreva apenas candidatos da dita esquerda, seja qual for, pois os ativistas petistas famosos ou não que adoram falar em nazismo, fascismo e democracia se acham os únicos donos da verdade. Para eles, nunca é possível ser derrotado. Que exemplo de democracia é esse? E alguns ainda falam em unir o País e acabar com o ódio. Fala sério. Zureia Baruch Jr - São Paulo Política (3) A forma virulenta, hipócrita e mentirosa surgida na eleição de 2018 fez nascerem figuras do mais baixo nível na política, verdadeiros vermes parasitários. Mas qual a causa do aparecimento? Simples, o distanciamento do político das reais necessidades da população durante anos. E o que fizeram os “novos políticos” ? Aprimoraram as formas de se locupletarem, mas sempre inflamando os incautos seguidores. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Política (4) É interessante notar que as eleições criaram um novo tipo de cota, a “filho de alguém”. Pessoas que nunca se importaram com políticas públicas, política partidária, com aspectos sociais, de repente se lançam como alternativas de renovação, mas sequer usam os seus próprios nomes. Às vezes, sequer colocam os seus rostos nas propagandas, se valendo unicamente do nome de seus pais. Lucas Augusto Menezes Duarte - Santos Política (5) Ainda me espanto com o nível de fanatismo e saudosismo relativo ao governo anterior. E são sempre os mesmos. A meu ver, beiram a ingenuidade certas comparações feitas nesse espaço. Alegar falta de vacina contra a dengue, decerto comparando com a da covid, quando perdemos mais de 700 mil irmãos, sendo que a população anda arisca a vacinas graças à propaganda negativa do governo anterior... Alegar superávit deixado, quando o que houve foi calote no pagamento dos precatórios, deixando a bomba estourar no governo atual. Falar da (in)segurança que vivemos, sabendo que se trata de questão estadual e não federal... Mas o pior é falar da picanha, como se estivessem esperando que o atual presidente viesse entregá-la em mãos na porta da sua casa. É uma ingenuidade que beira a má-fé. Sugiro utilizar a diferença do Imposto de Renda retido na fonte, após a correção da tabela, e ir ao açougue: é o que tenho feito. William Clarindo Rangel - Santos Política (6) As eleições municipais nos deixam algumas lições importantes. Os eleitores estão cansados de candidatos que passam o tempo brigando, mas não conseguem apresentar propostas concretas para saúde, educação, transporte público e segurança – as questões que mais preocupam quem mais precisa. A polarização política está prejudicando a democracia. Em vez de promover o diálogo e a cooperação, ela acaba escondendo a falta de competência e disposição dos candidatos para construir soluções em conjunto. No entanto, há um lado positivo nessa situação: tanto os partidos de esquerda, como o PT, que ainda insistem em ideias ultrapassadas de luta de classes e anti-imperialismo, quanto os partidos de extrema-direita, que tentam monopolizar a verdade, perderam força. O recado das urnas foi claro: os eleitores estão cansados de narrativas vazias. O que as pessoas realmente querem é que resolvam os problemas vividos no dia a dia. Arnaldo Luiz Correa - Santos Saúde A Associação dos Portadores de Esclerose Múltipla da Baixada Santista (Apembs) vem trabalhando dia após dia para conscientização, informação e apoio a pacientes, amigos e familiares, mostrando a essas pessoas que elas não estão sozinhas. Trata-se de uma doença autoimune, crônica e progressiva, que atinge jovens de 15 aos 45 anos e afeta o sistema nervoso central, especialmente o cérebro e a medula espinhal. Não é uma doença mental, hereditária e fatal. Para conhecer a associação, basta visitar o site www.apembs.org. J. A. Nogueira de Sá - Santos